Estudantes de Arquitetura visitam obras do Campus Arandu para elaborar proposta de moradia estudantil sustentável

Em proposta conceitual, projeto acadêmico imagina transformar a área de estacionamento em um ambiente vivo de convivência e integração. Estudantes do curso de bacharelado em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) realizaram nesta quinta-feira, dia 26, uma visita técnica de imersão no canteiro de obras do novo Campus Arandu. Acompanhados pela equipe técnica do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), os alunos foram a campo para acompanhar a retomada das obras e visualizar a dimensão da área do estacionamento do novo campus para desenvolver um projeto imaginário conceitual de moradia estudantil. A disciplina na qual o projeto será desenvolvido, foca na criação de edifícios de grande complexidade e é voltada para alunos do sétimo período do curso que já atuam como “pré-arquitetos”. A professora Celina Veríssimo, vice-coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNILA, explica o escopo do desafio. “O projeto que vamos desenvolver é de uma moradia estudantil para 450 estudantes, onde 10% do espaço também será destinado para familiares de estudantes”, esclarece. Projeto e arquitetura sustentável A proposta idealizada pela turma propõe ocupar o local onde hoje está previsto o estacionamento norte do Campus Arandu. Embora a intervenção não tenha aplicabilidade prática, uma vez que o projeto possui o título de obra-patrimônio de Oscar Niemeyer, ela funciona como forma de aprendizagem para estudantes que pensam o projeto em prol do futuro sustentável. A visão do grupo é que, com o avanço do debate sobre mudanças climáticas e a necessária priorização do transporte público como principal meio de locomoção, o número de vagas exigidas para veículos particulares será menor no futuro. Além do viés ambiental, a proposta também atua como uma ferramenta para que a comunidade acadêmica comece a se conectar com o novo prédio. Para a aluna Marizete Fabiana dos Santos, a ida ao canteiro mudou a forma de enxergar o trabalho. “A proporção muda completamente a nossa visão. É uma obra monumental”, conta. A estudante Liz Mayna Nogueira reforça que a experiência traz a universidade para mais perto dos alunos. “Quando a gente faz o projeto [da moradia estudantil], mesmo que no imaginário, dá uma sensação de pertencimento ao espaço”, destaca. De estudante para estudante Pensar a própria moradia permite que os acadêmicos ainda incorporem suas reais necessidades ao projeto. Após a visitação eles agora pensam em espaços que respeitem a rotina de quem estuda de madrugada, e que também ofereçam áreas de convivência para promover a integração entre a comunidade universitária e a população local. Para o estudante colombiano Yeison Perdomo Garcia, a infraestrutura deve dialogar não apenas com o concreto, mas sim com o conforto, pluralidade cultural e a acessibilidade. “Com foco na integração latino-americana e nas necessidades de estudantes estrangeiros, nosso desafio é projetar uma moradia confortável que garanta boa locomoção e acolhimento”, pontuou. A expectativa para a conclusão e funcionamento do Campus Arandu é imensa entre os futuros arquitetos. Para a turma, além de uma nova infraestrutura, o complexo representa a união da universidade, que atualmente tem seus cursos divididos em diferentes pontos de Foz do Iguaçu. “A unificação da UNILA vai ser uma experiência incrível para conhecer novas culturas e costumes”, conclui Marizete.

Extensionistas promovem oficina de sabão com reaproveitamento de óleo 

Trabalhadores do canteiro de obras do Campus Arandu contribuíram com a oficina doando óleo de cozinha. Objetivo é aproximar a comunidade da universidade e do novo campus. No último sábado (21), projetos de extensão vinculados à retomada das obras do novo Campus Arandu da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) promoveram uma oficina de educação ambiental com produção de sabão a partir do reaproveitamento de óleo de cozinha. A atividade foi realizada na Horta Comunitária do bairro Cidade Nova, em parceria do Banco de Alimentos de Foz do Iguaçu, e reuniu moradores da região em uma manhã de troca de saberes sobre geração de renda, autonomia econômica das mulheres e práticas sustentáveis. Organizada pelos projetos “Kunã Arandu: Rede de Escuta, Diálogo e Saberes” e “Desenvolvimento do Potencial Empreendedor Local”, a ação integra o programa de extensão vinculado ao Campus Arandu, uma parceria entre a UNILA, através da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), e o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), que busca fortalecer a relação entre a universidade e a sociedade por meio de ações que dialogam com a obra. A primeira parte da atividade contou com uma roda de conversa sobre feminismos e interseccionalidades, mediada pela estudante Camila López. O espaço foi dedicado ao debate sobre enfrentamento à violência contra as mulheres e à divulgação de informações sobre a rede de apoio existente no município, promovendo diálogo e escuta entre as participantes. “Nosso objetivo nesse espaço é sair do âmbito acadêmico e levar esses diálogos para fora da universidade, além de atingir a comunidade, democratizar conhecimentos e, sobretudo, resgatar resistências que são praticadas no dia a dia das pessoas”, contou Camila López, estudante de Antropologia da UNILA e bolsista de extensão. Durante a roda de conversa, as participantes debateram a importância do empoderamento. “Nós mulheres nascemos para ganhar o mundo, mas para isso nós temos que estar umas com as outras e juntas somos mais fortes. Continuamos nessa luta pelo empoderamento feminino, atrás de oportunidade para as mulheres”, relatou Lau Duarte, presidente do Clube de Mães do Grande Lago, e participante da oficina. Em seguida, o grupo foi dividido em duas atividades práticas: a oficina de sabão e outra de precificação de produtos.  Parte dos óleos usados na oficina de reaproveitamento foram doações do canteiro de obras do Campus Arandu. A proposta buscou conectar a obra com a comunidade do entorno, além de incentivar práticas simples e acessíveis que podem ser incorporadas ao cotidiano, contribuindo tanto para a preservação ambiental quanto para a economia doméstica.  “Essa atividade tem como objetivo reduzir o impacto do descarte incorreto do óleo na região e, de alguma forma, gerar um produto que essas pessoas possam usar para fazer limpezas, para compartilhar com a comunidade ou até mesmo gerar uma renda”, explicou Lito Ribeiro, extensionista e mestrando no Programa de Pós-Graduação em Educação da UNILA, que liderou a oficina de sabão. Os bolsistas da UNILA Nadia Villanueva, estudante de Engenharia Química, e Macson Leal, estudante de Engenharia de Energia, ainda apresentaram noções básicas de precificação de produtos, destacando a possibilidade de usar o reaproveitamento de óleo de cozinha como estratégia de comercialização e fortalecimento da autonomia econômica, especialmente entre mulheres.  Na dinâmica, o grupo aprendeu a calcular o preço de venda do sabão, considerando custos diretos (como matéria-prima e embalagens) e custos indiretos (como energia, transporte e mão de obra), além de margem de lucro. “Essa oficina vem justamente para ajudar  as pessoas que vieram, a  entender como precificar o produto, para poderem ter um lucro e ter uma renda extra, uma renda que possa ser adequada na vida deles também”, explicou Macson. A união entre o aprendizado técnico e a sustentabilidade foi celebrada por quem participou da oficina. “Aprendi precisamente isso, como fazer esses sabões e como poder utilizá-los no uso diário para limpeza, fazer um ciclo completo de reutilização e usar isso para gerar renda”, concluiu Jennifer Andrea Rodriguez Henao, estudante da UNILA e voluntária da Horta Comunitária.

Oficina de recepção aos calouros do curso de Arquitetura e Urbanismo aproxima estudantes do Campus Arandu

Atividade foi realizada por bolsistas de extensão durante e incentiva a participação estudantil na forma de pensar o novo campus Na tarde da última terça-feira, 17 de março, estudantes do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNILA participaram de uma oficina voltada à apresentação do projeto de modelação arquitetônica e paisagística do Campus Arandu. A oficina integra as ações de extensão desenvolvidas no contexto da retomada das obras do Campus Arandu. A atividade foi supervisionada pela professora e vice-coordenadora do curso, Prof. Dra. Celina Verissimo, e conduzida pelo bolsista Rafael Cavalheiro, e busca ampliar o conhecimento da comunidade acadêmica sobre o projeto, além de incentivar o senso crítico sobre como os espaços serão percebidos e utilizados. Participação estudantil e construção coletiva A programação foi dividida em dois momentos. Primeiro, os participantes acompanharam uma apresentação sobre o projeto, seus objetivos e etapas. Em seguida, foram convidados a interagir com uma maquete colaborativa do campus, utilizando diferentes materiais para registrar ideias, sugestões e formas de ocupação dos espaços. Para a professora Celina Verissimo, a atividade ajuda a aproximar os estudantes do projeto e fortalecer o envolvimento com o campus. “A oficina foi pensada para comunicar, disseminar e envolver a comunidade do curso, além de entender como os estudantes imaginam a utilização do Campus Arandu para além do espaço construído”, explica. Mesmo sem a possibilidade de alterar o projeto arquitetônico elaborado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, em decorrência do selo de obra-monumento, a maquete funciona como uma ferramenta de escuta. Nela, os estudantes podem expressar como imaginam o uso dos ambientes, contribuindo para a construção coletiva do significado do Campus Arandu. “O projeto da maquete nasceu para representar de uma forma mais artística aquilo que nós pretendemos ter para a UNILA”, afirma o bolsista Rafael Cavalheiro. “Nós pretendemos que as pessoas imaginem uma UNILA maior, mais possível e mais diversa.” Ele também destaca o caráter colaborativo da proposta. “É uma maquete que se faz com muitas mãos. As pessoas podem vir, colaborar e dar opiniões sobre o campus”, completa. A percepção dos participantes sobre a iniciativa reforça esse processo. “Os pontos de vista dos estudantes são importantes e nós, como o futuro da universidade, temos que ter uma voz para a construção do novo campus”, diz o acadêmico de arquitetura Jeffery Fiagbe. Além da proposta desenvolvida com a maquete, outros produtos estão em desenvolvimento como parte das atividades do projeto de extensão, a exemplo de instalações sensoriais e um banco de imagens construído a partir do modelo 3D do campus, com foco em representações mais inclusivas. O projeto também prevê uma exposição com diferentes linguagens artísticas, como pintura, crochê e colagem, reunindo produções da região trinacional. Inclusão, território e os próximos passos do projeto A oficina também trouxe para o debate temas como acessibilidade, parentalidade, diversidade e representatividade, além de considerar o território de ancestralidade guarani onde o campus está inserido. Esses elementos dialogam com a missão da UNILA e com a atuação do UNOPS, que, além de apoiar a execução da obra, também incentiva iniciativas com impacto social. A estudante de história e bolsista de extensão do projeto “Oscar e a UNILA”, Kau Moreira, destaca a importância desse processo de escuta. “É esse o momento de ouvir e entender o que as pessoas esperam do Campus Arandu. Projetos como esse colocam no imaginário que quem movimenta o espaço somos nós”. O projeto de extensão O projeto “modelagem arquitetônica e paisagística do Campus Arandu” é uma iniciativa desenvolvida por estudantes da UNILA que propõe ampliar as formas de representar e compreender o campus. A proposta combina modelagem digital, inteligência artificial e experiências sensoriais para criar novas formas de interação com a arquitetura. Organizado em três frentes, maquete virtual, maquete tátil acessível e instalações multimídia, o projeto busca democratizar o acesso ao espaço arquitetônico e incorporar perspectivas mais diversas, conectadas às realidades latino-americanas e ao território de ancestralidade guarani onde o campus está inserido. Os projetos de extensão desenvolvidos no Campus Arandu são fruto de uma parceria entre a UNILA, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), e o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), com financiamento da Itaipu Binacional no âmbito do acordo de cooperação internacional para a retomada das obras do novo campus.

Capacitação em empreendedorismo apoiará negócios de famílias e moradores do entorno do Campus Arandu

Trabalhadores, familiares e moradores vizinhos à obra receberão capacitação em gestão e marketing para criar ou fortalecer seus próprios negócios O Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), escritório da ONU especializado em infraestrutura, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), selecionou cinco projetos de extensão para promover a execução de ações integradas no contexto da retomada das obras do Campus Arandu. O projeto “Desenvolvimento do Potencial Empreendedor Local” tem como objetivo central apoiar trabalhadores, familiares e moradores dos bairros vizinhos na criação e aprimoramento de seus próprios negócios, incentivando a geração de renda e a autonomia financeira.   A iniciativa oferece cursos, workshops e assessoria prática para fortalecer competências em gestão, planejamento e marketing. O projeto busca transformar ideias em oportunidades reais, conectando o conhecimento técnico da universidade com as necessidades específicas da comunidade. Além de promover o desenvolvimento econômico, a proposta valoriza o trabalho coletivo e o fortalecimento das redes locais de apoio, consolidando-se como um espaço de diálogo para o progresso social da região.   A coordenadora do projeto e professora de Engenharia Química, Katya Regina de Freitas Zara, ressalta que a rotina exigida pelo UNOPS, que inclui cumprimento rigoroso de cronogramas e realização de cursos de capacitação, prepara os bolsistas para o mercado de trabalho. “Percebo que a experiência proporciona vivências que os alunos teriam no ambiente de trabalho de grandes empresas”, observa. O contato direto com os moradores têm gerado resultados motivadores e emocionantes para a equipe. “Tive uma conversa muito sincera com um senhor que tem vontade de ter um negócio mas não sabe como começar. Quando disse que íamos ajudá-lo, ele se encheu de esperança. Acredito que esse é o resultado do nosso projeto, fazer as pessoas voltarem a sonhar”, comemora o estudante do curso de Engenharia de Energia da UNILA e bolsista do projeto, Macson Leal.  A troca de experiências com a comunidade também fortalece a formação acadêmica dos estudantes envolvidos. “O contato com os empreendedores locais permite aprender muito sobre o funcionamento das feirinhas e sobre o processo de abertura de um empreendimento”, afirma a aluna de Engenharia Química na UNILA e bolsista, Nadia Villanueva Pereira. “Esse registro e essa troca de experiências fortalecem a memória do Campus Arandu e deixam um legado para futuros projetos e iniciativas empreendedoras”, finaliza.  Sobre o programa de extensão Os projetos de extensão desenvolvidos no Campus Arandu são financiados pela Itaipu Binacional no âmbito do acordo de cooperação internacional entre a binacional e o UNOPS para a retomada das obras do novo campus. No segundo semestre de 2026 ainda será publicada uma nova chamada para seleção de projetos, com 10 novas bolsas ofertadas para alunos da UNILA. Conheça os outros projetos:

Rede de escuta e saberes feministas promove formação política e combate ao assédio na obra do Campus Arandu

Com foco na equidade de gênero, proposta cria espaços de acolhimento e oficinas de combate ao assédio para trabalhadoras e mulheres da comunidade Criar espaços seguros de acolhimento e formação política voltados especialmente às mulheres que atuam na obra e na comunidade do entorno, é um dos objetivos do projeto de extensão “Kuña Arandu: Rede de Escuta, Diálogo e Saberes”, que integra um conjunto de cinco propostas de extensão selecionados pelo Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), escritório da ONU especializado em infraestrutura, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). A denominação da iniciativa combina o termo guarani “Kuña” (mulher) com a referência “Arandu” (sabedoria), reforçando seu caráter simbólico e cultural.  A dinâmica do projeto envolve oficinas de formação como espaços de construção coletiva de conhecimento. Por meio de técnicas de escuta participativa e compartilhamento de saberes, são realizados ciclos formativos de educação popular feminista que abordam temas como opressões de gênero, patriarcado, colonialismo, racismo e combate ao assédio. As ações estão alinhadas a datas nacionais de luta, propondo campanhas educativas e atividades em conjunto com a Patrulha Maria da Penha, com o objetivo de dar visibilidade às formas de resistência exercidas no dia a dia.   “O UNOPS estabelece padrões globais de infraestrutura sustentável e inclusão de gênero, como estratégias específicas para participação de grupos prioritários nos projetos e campanhas da ONU contra violência, elevando o projeto a um nível profissional e internacional”, avalia a professora do departamento de História da UNILA e coordenadora do projeto, Cleusa Gomes. Ela explica que a iniciativa busca transformar a realidade de um setor historicamente masculino através do cuidado coletivo.   Para os bolsistas, a experiência permite desnaturalizar desigualdades no ambiente de trabalho e aplicar a teoria na prática. “Desejamos que a presença do projeto Kuña Arandu contribua para a criação de um novo campus com respeito às mulheres e valorização das identidades de gênero”, pontua o estudante do Programa de Pós-Graduação em Educação e bolsista, Lito Ribeiro.   A diversidade da equipe também é vista como um ponto forte para a formação humana dos participantes. “É na diversidade que o projeto encontra sua força, e é dela que nasce a esperança de um futuro mais justo”, relata Camila López, estudante de licenciatura em Antropologia e bolsista do projeto, mencionando o convívio com colegas de diferentes trajetórias sociais. Ao visitar a obra, ela reforça o sentimento de pertencimento. “Estar presente nesse espaço me fez sentir que, de alguma forma, estou contribuindo para algo que vai muito além do momento atual: a criação de uma oportunidade concreta de educação pública, gratuita e de qualidade”, ressalta. Sobre o programa de extensão Os projetos de extensão desenvolvidos no Campus Arandu são financiados pela Itaipu Binacional no âmbito do acordo de cooperação internacional entre a binacional e o UNOPS para a retomada das obras do novo campus. No segundo semestre de 2026 ainda será publicada uma nova chamada para seleção de projetos, com 10 novas bolsas ofertadas para alunos da UNILA. Conheça os outros projetos:

Livro infantil conta a história de Oscar Niemeyer e do projeto do novo Campus Arandu da UNILA

Iniciativa faz parte do programa de extensão coordenado pelo UNOPS em parceria com a Proex/UNILA e busca fortalecer a memória institucional do novo campus O projeto de extensão “Oscar e a UNILA” integra as ações desenvolvidas no contexto da retomada das obras do Campus Arandu, e consiste na criação gráfica e na produção editorial de um livro infantil voltado a apresentar, de forma acessível, a história e o legado da obra do arquiteto Oscar Niemeyer. Este é um dos cinco projetos de extensão selecionados pelo Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), escritório da ONU especializado em infraestrutura, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). O processo de desenvolvimento do livro envolve uma abordagem multidisciplinar, desde a pesquisa histórica até oficinas criativas e roteirização para crianças, com o objetivo de inserir o novo campus no imaginário da comunidade e fortalecer a memória institucional do Campus Arandu. “Geralmente, na extensão, a experiência dos bolsistas é voltada à relação orientador e bolsistas, e a oportunidade de desenvolver a ação junto ao UNOPS profissionaliza a atuação dos estudantes, contribuindo para sua formação”, explica Michele Dacas, chefe da secretaria de comunicação social da UNILA e responsável pelo projeto. Para a equipe, a iniciativa conecta a universidade à população vizinha. “Nosso projeto caminha junto com a missão da UNILA de democratizar o acesso ao conhecimento científico, instigando as crianças da comunidade ao redor da UNILA a enxergarem a universidade como um caminho possível”, afirma a bolsista do curso de História da UNILA Kau Galvão Moreira dos Santos.   A vivência prática no canteiro também transformou a visão dos estudantes sobre o espaço. “No âmbito pessoal, aprendi a olhar o campus não apenas como um conjunto de edifícios, mas como um espaço vivo, carregado de significados para a população lindeira”, relata Mateus Degasperi Ieker, bolsista egresso do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNILA. “Dedicar este livro às crianças é também dizer a elas que este espaço é delas”, completa.  Sobre o programa de extensão Os projetos de extensão desenvolvidos no Campus Arandu são financiados pela Itaipu Binacional no âmbito do acordo de cooperação internacional entre a binacional e o UNOPS para a retomada das obras do novo campus. No segundo semestre de 2026 ainda será publicada uma nova chamada para seleção de projetos, com 10 novas bolsas ofertadas para alunos da UNILA. Conheça os outros projetos:

Resíduos da obra do Campus Arandu são transformados em produtos sustentáveis voltados à economia circular

Ação busca implementar plano de gerenciamento no canteiro de obras e propor a criação de pisos e blocos ecológicos a partir do reaproveitamento de materiais Em outubro de 2025, o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), escritório da ONU especializado em infraestrutura, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), selecionou cinco projetos de extensão para promover a execução de ações integradas no contexto da retomada das obras do Campus Arandu. Um desses projetos foi o “Gestão Sustentável de Resíduos da Construção Civil”, que busca integrar os princípios da sustentabilidade à prática acadêmica, alinhando ensino, pesquisa e extensão através da implementação do Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGRCC) no canteiro de obras.   O desenvolvimento do projeto ocorre em duas fases principais, rigorosamente baseadas na Política Nacional de Resíduos Sólidos e na Resolução CONAMA nº 307. A primeira fase envolve o acompanhamento técnico in loco, com mapeamento, classificação e quantificação dos resíduos conforme os grupos definidos pela legislação. A segunda fase compreende a pesquisa experimental voltada à criação de produtos sustentáveis, como protótipos de blocos, pisos e contrapisos produzidos a partir do reaproveitamento dos Resíduos de Construção Civil (RCCs). Além do viés técnico, a iniciativa busca estabelecer, futuramente, parcerias com associações e cooperativas locais, promovendo a economia circular e o aumento de renda na comunidade.   “Em vez de trabalhar só com exemplos teóricos ou casos já prontos, as alunas conseguem acompanhar, na prática, como o PGRCC funciona em uma obra real: ver onde e como os resíduos são gerados, como são separados, para onde vão e quais são os entraves do dia a dia”, detalha a professora da área de Meio Ambiente e Engenharias na UNILA e coordenadora do projeto, Daiane Calheiro Evaldt, destacando o canteiro como um laboratório vivo.   A imersão no canteiro de obras tem sido fundamental para o aprendizado técnico da equipe de estudantes. “No lado da construção, estou aprendendo a importância do planejamento, da organização e do cumprimento das normas técnicas e ambientais, entendo que cada etapa do processo influencia diretamente a qualidade e a segurança do resultado final”, conta a aluna do curso de Engenharia de Materiais e bolsista do projeto, Maria Alejandra Fabiana Lopez Quiñonez. Ela também destaca a importância da vivência. “O simples fato de participar e fazer parte de um projeto como este já é uma experiência muito especial, algo que não se tem em qualquer lugar”, afirma. Além do rigor técnico, a iniciativa foca no impacto social de longo prazo. “Nossa proposta é educar, conscientizar e abrir caminhos, levando esse conhecimento por meio de oficinas e permitindo que ele alcance não apenas os participantes diretos, mas também as próximas gerações”, diz a bolsista Yasmin Monteiro Schumacher. “Nosso trabalho carrega um sentido social profundo: o de cuidar do planeta, das pessoas e do futuro, deixando uma marca positiva que vai além da obra física”, conclui.  Sobre o programa de extensão Os projetos de extensão desenvolvidos no Campus Arandu são financiados pela Itaipu Binacional no âmbito do acordo de cooperação internacional entre a binacional e o UNOPS para a retomada das obras do novo campus. No segundo semestre de 2026 ainda será publicada uma nova chamada para seleção de projetos, com 10 novas bolsas ofertadas para alunos da UNILA. Conheça os outros projetos:

Modelação arquitetônica do Campus Arandu une inteligência artificial, acessibilidade e ancestralidade em experiência sensorial

Iniciativa busca democratizar o acesso à arquitetura do novo campus e resgatar narrativas ancestrais do território O projeto “Modelação Arquitetônica Tátil e Sensorial”, desenvolvido por alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNILA, foi selecionado para integrar o programa de extensão desenvolvido no contexto da retomada das obras do Campus Arandu, com a proposta de ir além da representação física tradicional das maquetes e promover uma leitura decolonial sentipensante — abordagem que une o rigor científico às experiências humanas locais — do espaço. A iniciativa incorpora elementos que dialogam com a ancestralidade Guarani, o conceito de Abya Yala e a Amefricanidade, integrando a arquitetura ao olhar e às experiências dos povos latino-americanos. O projeto integra um conjunto de cinco propostas de extensão selecionadas pelo Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), escritório da ONU especializado em infraestrutura, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). A proposta se divide em três frentes de atuação tecnológica e estética. A primeira é a “Maquete Virtual & IA”, que combina modelagem digital e inteligência artificial para criar ambientes imersivos baseados no realismo mágico e em atmosferas surrealistas. A segunda é a “Maquete Acessível Invisual”, um modelo tátil e multissensorial destinado a pessoas cegas ou com baixa visão, democratizando a leitura arquitetônica. Por fim, as “Instalações Multimídia” reunirão essas produções em espaços de exibição que misturam arte e tecnologia, convidando a comunidade a refletir sobre novas formas de imaginar e sentir o território.   “Ao registrar práticas, experiências e narrativas vinculadas ao Campus Arandu, contribuímos para fortalecer uma memória que não é apenas institucional, mas também comunitária, evitando que sua história seja apagada ou reduzida a documentos formais”, defende o bolsista Rafael Cavalheiro. Ele destaca ainda a importância do aprendizado com os padrões internacionais. “Tenho aprendido a trabalhar com padrões de qualidade em nível ONU, onde o compromisso vai além da entrega do produto final e considera principalmente o impacto social que ele terá”, destaca. Para a equipe, ver a retomada da construção despertou sentimentos profundos sobre a concretização de projetos de vida. “Ver a obra tomando forma diante de mim trouxe uma sensação profunda de materialização, não só do concreto, mas de sonhos que antes pareciam distantes demais para acreditar”, descreve o da UNILA e bolsista Eduardo Efrain Mendoza ao relembrar de quando estudou o projeto de Niemeyer na teoria. “Percebi que certos lugares têm esse poder de nos fazer reencontrar versões anteriores de nós mesmos e de iluminar, com delicadeza, tudo o que ainda estamos construindo”, reflete.  Sobre o programa de extensão Os projetos de extensão desenvolvidos no Campus Arandu são financiados pela Itaipu Binacional no âmbito do acordo de cooperação internacional entre a binacional e o UNOPS para a retomada das obras do novo campus. No segundo semestre de 2026 ainda será publicada uma nova chamada para seleção de projetos, com 10 novas bolsas ofertadas para alunos da UNILA. Conheça os outros projetos:

Campus Arandu leva experiências imersivas à Mostra de Cursos da UNILA

Atividade integrou a programação da 7ª SIEPE, que recebeu cerca de 1,5 mil estudantes da região Pelo segundo ano seguido, o Campus Arandu marcou presença na Mostra de Cursos da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), realizada nos dias 12 e 13 de novembro como parte da 7ª Semana Integrada de Ensino, Pesquisa e Extensão (SIEPE). O evento reuniu cerca de 1,5 mil estudantes de colégios públicos e privados de Foz do Iguaçu e de outras cidades da região, que puderam conhecer de perto as iniciativas acadêmicas e de extensão da Universidade. Em sua sétima edição, a Mostra de Cursos foi realizada pela primeira vez no Campus Integração, reunindo alunos, professores, coordenadores e diferentes equipes envolvidas na organização dos cursos e projetos. A mudança de local marcou um momento importante de aproximação entre a UNILA e os estudantes da região, oferecendo um ambiente mais amplo e interativo para a troca de experiências e o conhecimento das possibilidades acadêmicas. “A experiência de passar pelo espaço do Campus Arandu foi incrível, foi muito bom conhecer a equipe e como está sendo o processo de retomada das obras. Ficamos muito felizes”, destacou Letícia da Silva, aluna do 4º semestre do curso de Administração Pública e Políticas Públicas da UNILA. No espaço dedicado ao Campus Arandu, os visitantes tiveram acesso a uma experiência imersiva de visualização em 360º com óculos de realidade virtual da maquete 3D do novo campus, permitindo que os alunos se visualizassem dentro da futura estrutura projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer para impulsionar o ensino, a pesquisa e a integração regional. Além disso, os visitantes também participaram de gincanas interativas e conheceram os cinco projetos de extensão que estão em desenvolvimento no canteiro de obras do novo campus, que abordam temas como infraestrutura, gênero e diversidade, e comunicação. Uma das atividades desenvolvidas através da parceria entre UNOPS, UNILA e Itaipu Binacional para a viabilização dos projetos de extensão foi a exposição de uma maquete física e tátil do Campus Arandu, onde os visitantes puderam deixar mensagens respondendo ao convite “a UNILA que queremos”. A maquete reuniu desejos, expectativas e percepções não apenas de estudantes da UNILA, mas também de professores, servidores e estudantes do ensino médio que pretendem estudar na universidade, ampliando o diálogo com a comunidade.

Bolsistas de extensão da UNILA iniciam atividades no canteiro de obras do Campus Arandu

Atividades serão desenvolvidas em parceria com o UNOPS e contemplam áreas de infraestrutura, comunicação e diversidade Os dez bolsistas de extensão da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) nas obras do Campus Arandu, iniciaram nesta segunda-feira, dia 6, as atividades dos projetos que buscam fortalecer o vínculo entre a universidade e a sociedade com ações que dialogam diretamente com a execução da obra. A iniciativa é uma parceria entre a UNILA, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), e o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), escritório da ONU especializado em infraestrutura e gestor do acordo de cooperação das obras do novo campus. Ao todo foram selecionados cinco projetos, e todos passaram por um amplo processo seletivo, liderado pelo UNOPS e PROEX/UNILA. As propostas contemplam as áreas de infraestrutura e organização de canteiro de obras, comunicação e memória e gênero, diversidade e inclusão social. Além disso, todos os projetos priorizam a troca de saberes e o impacto social para a comunidade local. “Pensar infraestrutura vai muito além da edificação. É preciso pensar no impacto que ela traz para a sociedade e como as pessoas vão poder usufruir deste espaço. Trazer os estudantes para desenvolver projetos de extensão também caminha nesta mesma direção, aproximando cada vez mais as pessoas deste campus que é importante não só para a UNILA, mas para toda a comunidade”, destacou Ana Laura Lobato, especialista em gênero, diversidade e inclusão e responsável pela supervisão dos bolsistas no UNOPS. Cada projeto possui um docente como coordenador e dois discentes bolsistas de extensão. O projeto precisa ser desenvolvido ao longo de um ano e promover práticas inovadoras e inclusivas, a exemplo do projeto de modelagem arquitetônica e paisagística do Campus Arandu, que busca trazer uma perspectiva sensorial para fazer com que o campus seja conhecido por todas as pessoas. “O nosso projeto quer possibilitar que todas as pessoas, ainda que tenham deficiências, como deficiência visual, por exemplo, possam entender e sentir o novo Campus Arandu, sem se sentir excluídas”, explicou Eduardo Mendoza, aluno do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNILA. A estudante Kau Galvão, do curso de História, também compartilhou a expectativa de desenvolver seu projeto, que consiste na elaboração de um livro infantil para deixar um legado para a cidade. “Estou muito animada com a ideia de produzir um livro infantil sobre o Oscar Niemeyer e sobre a importância da integração latino-americana e da UNILA para a região. As crianças são o futuro, e estou muito feliz de poder trabalhar com elas, produzir um material educativo e ajudar a comunidade de Foz a se apropriar da UNILA e do espaço universitário”. A parceria entre a UNILA e o UNOPS para a execução de projetos de extensão no âmbito da retomada das obras do Campus Arandu, reforça a importância de integrar o conhecimento acadêmico, a prática profissional e o desenvolvimento local. Para a professora Daiane Evaldt, do curso de Engenharia de Materiais, a extensão possui um potencial transformador, e por isso é tão importante. “Desde o início ficou muito claro como este edital traz um alinhamento entre acessibilidade, diversidade e sustentabilidade. Neste sentido, a engenharia de materiais tem muito a contribuir, seja buscando alternativas para o reaproveitamento dos resíduos da obra, ou gerando novas fontes de renda para os trabalhadores. É uma forma concreta de unir conhecimento técnico e impacto social”, concluiu. Veja a lista com todos os projetos selecionados: Eixo 1: Infraestrutura e organização de canteiro de obras– Gestão Sustentável de Resíduos da Construção Civil: Aplicação do PGRCC e Desenvolvimento de Produtos Sustentáveis no Campus Arandu da UNILA Eixo 2: Comunicação e memória– Modelação Arquitetônica e Paisagística do Campus Unila Arandu– O Oscar e a UNILA: Livreto Infantil sobre o arquiteto e a obra do campus arandu Eixo 3: Gênero, diversidade e inclusão social– Rede de escuta e diálogo feminista– Desenvolvimento do potencial empreendedor local

UNILA divulga melhorias na solicitação de passe veicular para entrada no Parquetec

Após pesquisa com os usuários do estacionamento próximo à barreira de Itaipu (que será fechado em 26 de junho), o Parquetec implementou melhorias no processo de solicitação de passe definitivo para acesso aos estacionamentos internos. Em virtude da retomada das obras do Campus Arandu, o estacionamento localizado atrás da Central de Credenciamento (na Barreira Itaipu – ME) será fechado a partir de 26 de junho. Dessa forma, após uma pesquisa com os usuários desse estacionamento, identificaram-se os principais motivos pelos quais alguns não utilizam seus veículos próprios para acessar o Itaipu Parquetec: titularidade do veículo; veículos com placa estrangeira; duração do processo; e desconhecimento do fluxo para solicitação. Para sanar essas questões, em tratativas conjuntas com a UNILA, o Parquetec implementou melhorias no processo de solicitação de passe definitivo para acesso aos seus estacionamentos internos: Para solicitar o passe definitivo, os interessados devem seguir os seguintes trâmites: Em complemento, visando ampliar as alternativas, em parceria com a Itaipu Binacional, haverá a abertura de novas vagas no estacionamento da Central de Credenciamento, que serão ocupadas por ordem de chegada. Por último, orienta-se à comunidade da UNILA que, caso não possuam passe para acesso ao Itaipu Parquetec, utilizem o estacionamento da Unidade Jardim Universitário para guardar seus veículos. Em seguida, devem fazer o deslocamento até o Parquetec por meio do serviço institucional de transporte interunidades, que realiza saídas frequentes ligando à barreira e também diretamente aos pontos internos do Parquetec (barrageiros e bloco 9). O quadro de horário está disponível na página da PROAGI.

UNILA e UNOPS encerram seleção de projetos para ações de extensão no Campus Arandu

Projetos vão fortalecer ações de infraestrutura, comunicação e diversidade durante a execução da obra do novo campus Chegou ao fim o processo de seleção das propostas de Ações Integradas de Extensão no âmbito da construção do novo Campus Arandu. A iniciativa, construída pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), através da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), em parceria com o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), tem como objetivo fortalecer a relação entre a universidade e a sociedade por meio de ações que dialogam diretamente com a execução da obra. No total, foram recebidas 12 propostas, distribuídas entre três eixos temáticos principais: seis (6) na área de infraestrutura e organização de canteiro de obras; três (3) na linha de comunicação e memória; e três (3) no eixo de gênero, diversidade e inclusão social. Após um criterioso processo de avaliação, que levou em conta aspectos como pertinência temática, viabilidade técnica e operacional e relação com a obra do Campus Arandu, foram aprovadas cinco propostas, distribuídas entre os três eixos principais da seguinte forma: Eixo 1: Infraestrutura e organização de canteiro de obras– Gestão Sustentável de Resíduos da Construção Civil: Aplicação do PGRCC e Desenvolvimento de Produtos Sustentáveis no Campus Arandu da UNILA Eixo 2: Comunicação e memória– Modelação Arquitetônica e Paisagística do Campus Unila Arandu– O Oscar e a UNILA: Livreto Infantil sobre o arquiteto e a obra do campus arandu Eixo 3: Gênero, diversidade e inclusão social– Rede de escuta e diálogo feminista– Desenvolvimento do potencial empreendedor local Foram priorizadas iniciativas com potencial de impacto social e de articulação com a comunidade local que deverão ser desenvolvidas ao longo dos próximos seis meses com possibilidade de extensão para um ano. Para apoiar a execução dos projetos selecionados, serão disponibilizadas 10 bolsas para estudantes da UNILA, sendo duas bolsas vinculadas a cada um dos cinco projetos aprovados. Os/as proponentes das propostas aprovadas receberão orientações sobre os procedimentos necessários para a formalização dos projetos, incluindo os processos relacionados à seleção de bolsistas e ao registro no sistema SIGAA através da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX).