UNILA completa 15 anos de transformações em Foz do Iguaçu e na fronteira

Ao completar 15 anos, a Universidade Federal da Integração Latino-Americana se consolida e promove uma série de avanços para a cidade de Foz do Iguaçu, localizada no interior do Paraná e na fronteira trinacional Em seus 15 anos de existência, completados em 12 de janeiro de 2025, e com a expectativa de chegar ao patamar de cerca de 10 mil estudantes nos próximos anos, a UNILA demonstra que a Universidade vem se constituindo como um polo de produção de conhecimento na América Latina. “São muitos os esforços administrativos e acadêmicos que a Universidade e o Ministério da Educação vêm empreendendo para fomentar uma instituição intercultural e internacionalista de ensino, pesquisa e extensão, com a certeza de que este empreendimento traz profundas transformações, positivas e benéficas para o território de fronteira trinacional no qual a UNILA está inserida, especialmente para a cidade de Foz do Iguaçu”, afirma a reitora da UNILA, Diana Araujo Pereira. Desde a sua fundação, a UNILA assume, como instituição federal de ensino superior da região de Foz do Iguaçu e fronteira, a missão de formar profissionais que possam contribuir para o desenvolvimento do território local e regional. Nos últimos anos, tem sido significativo o número de egressos e egressas atuando na cidade e na fronteira, em áreas como saúde, educação, cultura, desenvolvimento urbano e políticas públicas e internacionais, entre outras. “A UNILA, em Foz do Iguaçu, contribui de forma muito ampla para a democratização do acesso ao ensino superior, por ser um espaço de formação profissional e cidadã voltado aos jovens da América Latina e do Caribe, mas também com a preocupação local de formar os filhos da classe trabalhadora e de grupos socialmente vulneráveis do nosso espaço de fronteira. Todos e todas devem ter as mesmas oportunidades de se tornarem médicos, professores, cientistas, cineastas, arquitetos, entre tantas possibilidades que oferecemos, e com isso transformarem suas vidas e a realidade do seu entorno”, destaca Diana. Além do acesso, os cursos da UNILA têm a preocupação com a qualidade na formação de seus alunos. “Já formamos milhares de profissionais que hoje atuam em diversas áreas, contribuindo para o desenvolvimento da região e do Brasil. A nossa universidade não apenas capacita estudantes, mas os prepara para enfrentar desafios globais e regionais, incentivando o pensamento crítico, a inovação e o compromisso com uma atuação qualificada no serviço público e privado”, completa Antonio Machado Felisberto Junior, pró-reitor de Graduação Segundo a reitora, a consolidação da UNILA na fronteira trinacional permite reter talentos na região para impulsionar o desenvolvimento científico, socioeconômico e cultural local, isso porque os jovens da comunidade passam a ter acesso a uma educação de qualidade, inclusiva e diferenciada, sem a necessidade de migrar para outras cidades e estados em busca de formação acadêmica.  Ações na comunidade A cada ano, a Universidade vem firmando seu compromisso com o desenvolvimento do seu entorno, conforme demonstrado com as ações acadêmicas e administrativas que geram inúmeros benefícios educacionais, econômicos e culturais para a região. Em 2024, a UNILA contribuiu com mais de 300 ações de extensão, entre projetos, eventos e cursos destinados à comunidade. As ações desenvolvidas na cidade e às margens da fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, contemplaram diversas áreas de interesse da sociedade, como saúde, educação, moradia e meio ambiente e beneficiaram um público estimado de 68 mil pessoas no último ano.   “É importante mencionar que a UNILA tem contribuído de forma permanente para a rede de educação e de saúde pública de Foz do Iguaçu via ensino, pesquisa e extensão, em diversos âmbitos do desenvolvimento da região, como é o caso da nossa participação na formação continuada de professores e professoras, ou na promoção da saúde da população”, declara a pró-reitora de Extensão, Andreia Moassab. A atuação de estudantes e docentes da UNILA, em especial os do curso de Medicina, de Biotecnologia e de Saúde Coletiva, nos hospitais e aparelhos de saúde pública de Foz do Iguaçu e municípios vizinhos, tem auxiliado na melhoria dos serviços de saúde, contribuindo para dar assistência à população e para a formar futuros médicos familiarizados com a realidade do SUS.  “Em média, temos 120 alunos no internato médico que acompanham as rotinas hospitalares de atenção primária e atuam em serviços de urgência e emergência no SUS, bem como em unidades básicas e outros setores da saúde pública. Essa interação entre Universidade e hospitais possibilita a capacitação da rede de saúde, com a troca de conhecimentos e a implementação de práticas baseadas em evidências científicas, impactando positivamente o atendimento à população. Isso se dá também por meio de projetos acadêmicos desenvolvidos para a atenção primária, para epidemiologia e para estratégias de prevenção”, destaca o pró-reitor de Graduação. Auxiliando na qualificação da rede de saúde, a UNILA oferece ainda, como pós-graduação, a Residência Multiprofissional em Saúde da Família.  Antonio Machado lembra ainda que, durante a pandemia, a UNILA teve uma participação ativa no combate à Covid-19, demonstrando sua relevância social e seu compromisso com a saúde pública. Professores e estudantes do curso de Medicina atuaram em diferentes frentes, dando apoio à estrutura hospitalar com o atendimento nos serviços de saúde. Através de ações de ensino e extensão, a Universidade produziu insumos como máscaras e álcool em gel, para suprir a demanda dos profissionais da linha de frente. A UNILA também contribuiu com as campanhas de testagem e as ações de vigilância epidemiológica, em parceria com a Prefeitura de Foz do Iguaçu, e com a realização de ações de prevenção e cuidados contra a Covid-19, promovendo acesso a serviços de saúde para comunidades indígenas, de migrantes e de pessoas em situação de vulnerabilidade. Internacionalização A inserção anual de novos estudantes, bem como a incorporação de um corpo docente altamente qualificado e de servidores de diferentes cidades do Brasil, cria um ambiente propício para a inovação e o crescimento regional. A UNILA tem hoje estudantes de mais de 30 nacionalidades, e os eventos acadêmicos ajudam a impulsionar a interculturalidade. Um exemplo disso é o percentual de estudantes internacionais nos cursos de graduação, que teve um aumento de 138% dos inscritos nos processos seletivos realizados entre 2021

Gênero, diversidade e inclusão no Campus Arandu foi tema de oficina na UNILA

Objetivo foi apresentar o plano de ações e debater possíveis pontos de atenção durante a execução das obras. Entre os dias 19 e 20 de fevereiro, o UNOPS, organismo das Nações Unidas especializado em infraestrutura, com o apoio da Secretaria de Ações Afirmativas e Equidade da UNILA, realizou, em Foz do Iguaçu, uma oficina de qualificação do plano de ações de gênero, diversidade e inclusão (GDI) no contexto das obras do Campus Arandu.  A atividade, exclusiva para a comunidade acadêmica da universidade, reuniu cerca de 30 pessoas entre docentes, servidores e servidoras, estudantes e representantes de coletivos estudantis relacionados ao tema. O objetivo foi apresentar o plano de ações e debater possíveis pontos de atenção para aprimorar as ações de GDI na execução das obras, garantindo que o novo campus seja um espaço mais inclusivo e acessível para todas as pessoas. A especialista em gênero, diversidade e inclusão (GDI) no projeto, Ana Laura Lobato, liderou a atividade e explicou que dentro dos critérios de êxito de GDI para projetos do UNOPS, a participação da comunidade é uma das mais importantes, pois garante que os interesses e necessidades de grupos diversos possam ser atendidos.  Divididos em grupos, os participantes da oficina fizeram sugestões no contexto das obras, para a população em geral, e para a comunidade acadêmica da UNILA. Entre as sugestões apresentadas, ao final, pelos participantes da oficina, estiveram a utilização de linguagem acessível e inclusiva nos materiais de comunicação, treinamentos de prevenção contra a exploração e o abuso sexual (PSEA) para a comunidade externa, fortalecimento da contratação de mão de obra de grupos prioritários e promoção de uma cultura anti-LGBTfobia, anti-racista e anti-xenofobia não apenas durante as obras, mas também durante a ocupação do novo campus.  As informações recolhidas durante a oficina serão sistematizadas e compartilhadas com a UNILA. Além disso, será feito um estudo de prioridade para execução das ações de gênero, diversidade e inclusão (GDI) ao longo do período do projeto, garantindo a participação efetiva da comunidade durante o processo de retomada das obras. Contagem regressiva A oficina acontece em paralelo ao processo de avaliação das propostas recebidas nos editais de licitação para execução e fiscalização da obra, encerrados nas últimas semanas, e que contemplam aspectos de GDI.  A empresa responsável pela execução da obra do Campus Arandu precisa, durante a execução do projeto, realizar atividades como a mobilização para contratação de mão de obra de grupos diversos, a exemplo de mulheres, migrantes e pessoas com deficiência, além de outras atividades que abrangem diferentes níveis de trabalho no canteiro de obras. Com a qualificação do plano de ações nestas oficinas, ainda serão atualizadas as atividades voltadas à gênero, diversidade, prevenção ao assédio, entre outras temas que buscam garantir maior inclusão das pessoas.

Estudantes de Arquitetura da UNILA unem teoria e prática em maquete do Campus Arandu

Estudantes do quinto semestre do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNILA apresentaram, na última quarta-feira (28), os resultados da atividade da disciplina Crítica e História da Arquitetura e Cidade III, em que precisaram estudar grandes obras e projetos arquitetônicos do mundo. A iniciativa, proposta pela docente Andréia Moassab, buscou estimular os alunos a explorarem exemplos de integração arquitetônica e urbana. Entre as obras estudadas, estavam as de quatro instituições de ensino projetadas por Oscar Niemeyer, sendo elas a Universidade de Brasília (UnB); a Universidade de Constantine, na Argélia; o Centro Técnico da Aeronáutica, em São José dos Campos; e o Campus Arandu, que terá as obras retomadas no início do próximo ano. Segundo Andréia Moassab, o objetivo da disciplina é um estudo aprofundado da arquitetura moderna, período que teve Niemeyer como um dos principais nomes. “Este semestre, por conta da retomada das obras para o Campus Arandu, achei pertinente debatermos arquitetura moderna a partir de projetos para campus universitários neste período”, explicou a docente. A análise arquitetônica do novo campus da UNILA foi feita pelas estudantes Júlia Cardim, Juciele Andrade, Rafaelly Morlin e Sabrina Hawila, que desenvolveram a maquete utilizando os desenhos e croquis originais do projeto disponibilizados pela equipe técnica do UNOPS. O prédio escolhido pelas estudantes foi o da Biblioteca, que compõe o projeto ampliado de Niemeyer para o Campus Arandu – mas que não será construído nesta retomada das obras (uma biblioteca será instalada no prédio do Restaurante Universitário, este sim contemplado na construção). Segundo a estudante Juciele Andrade, a atividade ofereceu a oportunidade de criar um modelo tridimensional que captura a essência do projeto e seu impacto para a Universidade. “A análise que a gente consegue fazer sobre o projeto com a construção material é muito diferente de analisar as plantas. Conseguimos perceber o movimento e a monumentalidade que será atribuída ao campus, além da importância dele dentro do cenário geopolítico da própria Universidade.” Comum nos cursos de arquitetura, as maquetes são essenciais para avaliar a escala, a proporção e a integração do projeto com o ambiente ao redor. No contexto acadêmico, como no projeto desenvolvido pelas alunas da UNILA, a maquete não só permitiu que elas experimentassem a aplicação prática de suas habilidades, mas também proporcionou uma compreensão mais profunda dos desafios e soluções envolvidos no projeto. “Ter um campus projetado por um arquiteto tão relevante e importante para a nossa história como brasileiras, estudantes e futuras arquitetas, reforça a importância do que estamos fazendo, do que estamos estudando, e do que a nossa universidade representa em termos de educação. O novo campus vai ter uma grande influência na vida de milhares de pessoas ao longo dos anos, e olhar para essa perspectiva é bem inspirador”, explicou a estudante Júlia Cadim. Para o gerente de projetos do UNOPS, Rafael Esposel, “a maquete do Campus Arandu mostra a importância de atividades que fortaleçam o vínculo entre os estudantes e o patrimônio arquitetônico da UNILA, e o UNOPS está à disposição para apoiar os projetos acadêmicos da universidade”. Apesar de a construção do edifício da biblioteca não estar prevista nesta primeira fase da retomada das obras do Campus Arandu, uma revisão no projeto do prédio do restaurante universitário possibilitou a execução da biblioteca no segundo pavimento do edifício, contemplando a demanda da Universidade. Além do prédio do restaurante universitário e biblioteca serão entregues o prédio administrativo e a central de salas de aula. A retomada física da obra deve ter início nos primeiros meses de 2025, com previsão de entregas em três fases ao longo dos próximos 3 anos.

UNOPS realiza escuta com especialistas da comunidade acadêmica sobre inclusão e diversidade nas obras do novo campus da UNILA

Na semana passada, entre os dias 4 e 6 de junho, em Foz do Iguaçu, o UNOPS, organismo das Nações Unidas especializado em infraestrutura, realizou um processo de escuta com a comunidade acadêmica sobre a perspectiva de gênero, diversidade e inclusão no projeto de construção do campus Arandu da Universidade Federal da Integração Latino-americana (UNILA). Participaram 23 pessoas de 11 setores da universidade como observatórios, núcleos e grupos de pesquisa de temas relacionados ao tema. A intenção é realizar um levantamento das necessidades e possíveis adaptações no projeto original do novo campus, para garantir maior inclusão da comunidade acadêmica na sua diversidade social, cultural e linguística.  A especialista em gênero, diversidade e inclusão (GDI) e responsável pelas ações de GDI no projeto, Ana Laura Lobato, apresentou aos participantes a perspectiva do UNOPS em relação ao tema e como a organização trabalha para implementar esta perspectiva em seus projetos. Em seguida, as pessoas puderam falar sobre as dificuldades enfrentadas hoje pela comunidade acadêmica e as necessidades em termos de infraestrutura, iluminação, instalações, acesso, entre outras áreas importantes na execução do projeto. A retomada da obra foi estabelecida no final do ano passado, após assinatura de acordo de cooperação com o UNOPS. A finalização do campus será custeada com recursos destinados pela Itaipu Binacional, conforme acordado pela direção da hidrelétrica e o governo federal. O convênio não altera nenhum aspecto da gestão acadêmica, administrativa e financeira da Universidade. Foto: Fernanda Yumi/UNOPS Para o gerente de projetos do UNOPS, Rafael Esposel, este processo de escuta é fundamental, pois não existe infraestrutura que seja totalmente neutra. “A visão global do UNOPS é a de um mundo onde as pessoas possam levar uma vida plena através de uma infraestrutura adequada, sustentável e resiliente. Seguindo esta ideia, e neste projeto em específico, ouvir a comunidade acadêmica nesta etapa de revisão do projeto nos permite avaliar as melhores formas de entregar uma infraestrutura eficiente, acessível e que ajude a melhorar a vida das pessoas”.  Simultaneamente às escutas de GDI, o UNOPS está trabalhando no planejamento da execução da obra e revisão dos projetos executivos de arquitetura e engenharia, garantindo que sejam contempladas as atuais legislações de segurança e de acessibilidade.  A etapa de diagnóstico construtivo foi finalizada no final de maio, que consiste na avaliação do estado de execução e conservação das edificações para garantir que as atualizações a serem feitas nos projetos executivos durante a retomada contemplem todos os aspectos técnicos e de segurança, e as análises do material devem ser entregues até o final de junho.  A obra do novo campus, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, tem previsão de início para 2025, com entregas em três fases ao longo dos próximos 3 anos.

Arandu é lembrar que por debaixo da beleza do concreto armado, existe o barro ancestral!

ARANDU é um termo guarani, e a língua guarani é uma língua aglutinante, e analisando-a encontramos dois conceitos: Ára “tempo, espaço, cosmos” e Andu “sentir e ouvir”, (na língua guarani não separaram o exercício de ouvir e o de sentir). Em resumo, Arandu nos diz: na busca da sabedoria precisamos saber ouvir e sentir o tempo. Esta língua, que desde as “tierras bajas” na Bolívia passando pelo norte da Argentina e pelo Paraguai está presente em vários estados brasileiros, ainda pulsa nas vozes dessa comunidade. Mesmo sendo um dos primeiros povos que teve contato com a invasão europeia, ainda mantém a sua ARANDU.  E é essa sabedoria que a permite ter uma convivência de respeito com todos os seres do meio ambiente (concretos e abstratos). A relação de todos os seres na natureza passa por essa premissa, para conhecer, primeiro devemos entender. E o processo de entender, na sabedoria originária, se dá pelo tempo e pela sensibilidade que colocamos ao ouvir. Foto: UNILA/Divulgação O nome Arandu para o novo campus reflete que a escolha coletiva ouviu e sentiu mais de uma década de existência da UNILA e o aprofundamento da sua relação comunitária e epistêmica com a ancestralidade desta terra guarani, a cidade Foz do Iguaçu. Arandu também expressa a interculturalidade tão característica da Universidade e o plurilinguismo das fronteiras que a cercam.  Arandu dialoga também com o emblemático projeto pensado por Oscar Niemeyer, arquiteto cuja inventividade marcou o séc. XX. Um entusiasta da integração latino-americana, em seu projeto do campus da UNILA, a arquitetura espaçada por passarelas entre os edifícios convida os transeuntes a contemplar as edificações e a relação das mesmas com o ambiente não construído. Da mesma forma, Arandu convida a sentir-ouvir aquilo que não está visível, a buscar pela sabedoria originária para a integração com outros saberes da América Latina e compartilhar as Arandu deste continente. E lembrar ainda que, debaixo da beleza do concreto armado do novo campus, temos o barro desta terra ancestral. Texto: Mário Ramão Vilhalba (docente da UNILA) e Michele Dacas (relações públicas e secretária de comunicação da UNILA) *Artigo publicado em menção ao dia 19 de abril, dia dos povos indígenas.

Nome do novo campus da UNILA será definido através de processo participativo

Até o próximo dia 18 de março, toda a comunidade universitária poderá participar de pesquisa de opinião para escolha do nome do novo campus da UNILA. Uma obra que será concluída nos próximos anos e que leva projeto assinado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. O projeto do campus, localizado em Foz do Iguaçu, no Paraná, foi o último realizado em vida por Oscar Niemeyer. E a exemplo do Campus Integração, um nome deverá ser atribuído à nova sede, mas desta vez em espanhol, para ressaltar a interculturalidade tão característica da UNILA, e o plurilinguismo do território de fronteira que cerca a obra. A nomeação já neste período de construção do campus, ocorre para difusão de todo processo nas plataformas de divulgação e transparência da obra. Por que não chamar “Campus Niemeyer”?  A obra do novo campus da UNILA, conhecido como “Campus Niemeyer,”  tem como princípio fundamental o reconhecimento e a valorização da autoria do projeto desse grande arquiteto brasileiro, e portanto, o compromisso com a valorização da memória deste legado. Porém, para salvaguardar direitos autorais e patrimoniais, avaliou-se ser melhor evitar o uso da marca Niemeyer para divulgar o andamento da retomada da obra. Assim, a reitoria está buscando, de forma participativa, encontrar um nome para a nova sede da UNILA, coerente com a sua missão institucional e com a importância deste projeto arquitetônico e educacional para toda a América Latina e Caribe. Como participar da votação? Estudantes, docentes e técnicos-administrativos devem acessar o formulário com seu login e senha institucionais e responder à pesquisa votando em uma das 03 opções disponíveis, ou também sugerindo um outro nome para a nova sede da UNILA. Para participar da primeira etapa basta acessar o link, e votar e/o sugerir um nome até o dia 18 de março.  Já para a participação na segunda etapa de votação, será disponibilizado novo questionário, entre os dias 20 e 26 de março, com novas opções que irão incluir o nome com maior porcentagem de votos na etapa anterior, e mais dois nomes indicados pela opinião pública, a serem selecionados pelo Conselho Executivo da Obra. Participe da nomeação da nova sede da UNILA!