Capacitação em empreendedorismo apoiará negócios de famílias e moradores do entorno do Campus Arandu

Trabalhadores, familiares e moradores vizinhos à obra receberão capacitação em gestão e marketing para criar ou fortalecer seus próprios negócios O Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), escritório da ONU especializado em infraestrutura, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), selecionou cinco projetos de extensão para promover a execução de ações integradas no contexto da retomada das obras do Campus Arandu. O projeto “Desenvolvimento do Potencial Empreendedor Local” tem como objetivo central apoiar trabalhadores, familiares e moradores dos bairros vizinhos na criação e aprimoramento de seus próprios negócios, incentivando a geração de renda e a autonomia financeira.   A iniciativa oferece cursos, workshops e assessoria prática para fortalecer competências em gestão, planejamento e marketing. O projeto busca transformar ideias em oportunidades reais, conectando o conhecimento técnico da universidade com as necessidades específicas da comunidade. Além de promover o desenvolvimento econômico, a proposta valoriza o trabalho coletivo e o fortalecimento das redes locais de apoio, consolidando-se como um espaço de diálogo para o progresso social da região.   A coordenadora do projeto e professora de Engenharia Química, Katya Regina de Freitas Zara, ressalta que a rotina exigida pelo UNOPS, que inclui cumprimento rigoroso de cronogramas e realização de cursos de capacitação, prepara os bolsistas para o mercado de trabalho. “Percebo que a experiência proporciona vivências que os alunos teriam no ambiente de trabalho de grandes empresas”, observa. O contato direto com os moradores têm gerado resultados motivadores e emocionantes para a equipe. “Tive uma conversa muito sincera com um senhor que tem vontade de ter um negócio mas não sabe como começar. Quando disse que íamos ajudá-lo, ele se encheu de esperança. Acredito que esse é o resultado do nosso projeto, fazer as pessoas voltarem a sonhar”, comemora o estudante do curso de Engenharia de Energia da UNILA e bolsista do projeto, Macson Leal.  A troca de experiências com a comunidade também fortalece a formação acadêmica dos estudantes envolvidos. “O contato com os empreendedores locais permite aprender muito sobre o funcionamento das feirinhas e sobre o processo de abertura de um empreendimento”, afirma a aluna de Engenharia Química na UNILA e bolsista, Nadia Villanueva Pereira. “Esse registro e essa troca de experiências fortalecem a memória do Campus Arandu e deixam um legado para futuros projetos e iniciativas empreendedoras”, finaliza.  Sobre o programa de extensão Os projetos de extensão desenvolvidos no Campus Arandu são financiados pela Itaipu Binacional no âmbito do acordo de cooperação internacional entre a binacional e o UNOPS para a retomada das obras do novo campus. No segundo semestre de 2026 ainda será publicada uma nova chamada para seleção de projetos, com 10 novas bolsas ofertadas para alunos da UNILA. Conheça os outros projetos:

Rede de escuta e saberes feministas promove formação política e combate ao assédio na obra do Campus Arandu

Com foco na equidade de gênero, proposta cria espaços de acolhimento e oficinas de combate ao assédio para trabalhadoras e mulheres da comunidade Criar espaços seguros de acolhimento e formação política voltados especialmente às mulheres que atuam na obra e na comunidade do entorno, é um dos objetivos do projeto de extensão “Kuña Arandu: Rede de Escuta, Diálogo e Saberes”, que integra um conjunto de cinco propostas de extensão selecionados pelo Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), escritório da ONU especializado em infraestrutura, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). A denominação da iniciativa combina o termo guarani “Kuña” (mulher) com a referência “Arandu” (sabedoria), reforçando seu caráter simbólico e cultural.  A dinâmica do projeto envolve oficinas de formação como espaços de construção coletiva de conhecimento. Por meio de técnicas de escuta participativa e compartilhamento de saberes, são realizados ciclos formativos de educação popular feminista que abordam temas como opressões de gênero, patriarcado, colonialismo, racismo e combate ao assédio. As ações estão alinhadas a datas nacionais de luta, propondo campanhas educativas e atividades em conjunto com a Patrulha Maria da Penha, com o objetivo de dar visibilidade às formas de resistência exercidas no dia a dia.   “O UNOPS estabelece padrões globais de infraestrutura sustentável e inclusão de gênero, como estratégias específicas para participação de grupos prioritários nos projetos e campanhas da ONU contra violência, elevando o projeto a um nível profissional e internacional”, avalia a professora do departamento de História da UNILA e coordenadora do projeto, Cleusa Gomes. Ela explica que a iniciativa busca transformar a realidade de um setor historicamente masculino através do cuidado coletivo.   Para os bolsistas, a experiência permite desnaturalizar desigualdades no ambiente de trabalho e aplicar a teoria na prática. “Desejamos que a presença do projeto Kuña Arandu contribua para a criação de um novo campus com respeito às mulheres e valorização das identidades de gênero”, pontua o estudante do Programa de Pós-Graduação em Educação e bolsista, Lito Ribeiro.   A diversidade da equipe também é vista como um ponto forte para a formação humana dos participantes. “É na diversidade que o projeto encontra sua força, e é dela que nasce a esperança de um futuro mais justo”, relata Camila López, estudante de licenciatura em Antropologia e bolsista do projeto, mencionando o convívio com colegas de diferentes trajetórias sociais. Ao visitar a obra, ela reforça o sentimento de pertencimento. “Estar presente nesse espaço me fez sentir que, de alguma forma, estou contribuindo para algo que vai muito além do momento atual: a criação de uma oportunidade concreta de educação pública, gratuita e de qualidade”, ressalta. Sobre o programa de extensão Os projetos de extensão desenvolvidos no Campus Arandu são financiados pela Itaipu Binacional no âmbito do acordo de cooperação internacional entre a binacional e o UNOPS para a retomada das obras do novo campus. No segundo semestre de 2026 ainda será publicada uma nova chamada para seleção de projetos, com 10 novas bolsas ofertadas para alunos da UNILA. Conheça os outros projetos:

Livro infantil conta a história de Oscar Niemeyer e do projeto do novo Campus Arandu da UNILA

Iniciativa faz parte do programa de extensão coordenado pelo UNOPS em parceria com a Proex/UNILA e busca fortalecer a memória institucional do novo campus O projeto de extensão “Oscar e a UNILA” integra as ações desenvolvidas no contexto da retomada das obras do Campus Arandu, e consiste na criação gráfica e na produção editorial de um livro infantil voltado a apresentar, de forma acessível, a história e o legado da obra do arquiteto Oscar Niemeyer. Este é um dos cinco projetos de extensão selecionados pelo Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), escritório da ONU especializado em infraestrutura, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). O processo de desenvolvimento do livro envolve uma abordagem multidisciplinar, desde a pesquisa histórica até oficinas criativas e roteirização para crianças, com o objetivo de inserir o novo campus no imaginário da comunidade e fortalecer a memória institucional do Campus Arandu. “Geralmente, na extensão, a experiência dos bolsistas é voltada à relação orientador e bolsistas, e a oportunidade de desenvolver a ação junto ao UNOPS profissionaliza a atuação dos estudantes, contribuindo para sua formação”, explica Michele Dacas, chefe da secretaria de comunicação social da UNILA e responsável pelo projeto. Para a equipe, a iniciativa conecta a universidade à população vizinha. “Nosso projeto caminha junto com a missão da UNILA de democratizar o acesso ao conhecimento científico, instigando as crianças da comunidade ao redor da UNILA a enxergarem a universidade como um caminho possível”, afirma a bolsista do curso de História da UNILA Kau Galvão Moreira dos Santos.   A vivência prática no canteiro também transformou a visão dos estudantes sobre o espaço. “No âmbito pessoal, aprendi a olhar o campus não apenas como um conjunto de edifícios, mas como um espaço vivo, carregado de significados para a população lindeira”, relata Mateus Degasperi Ieker, bolsista egresso do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNILA. “Dedicar este livro às crianças é também dizer a elas que este espaço é delas”, completa.  Sobre o programa de extensão Os projetos de extensão desenvolvidos no Campus Arandu são financiados pela Itaipu Binacional no âmbito do acordo de cooperação internacional entre a binacional e o UNOPS para a retomada das obras do novo campus. No segundo semestre de 2026 ainda será publicada uma nova chamada para seleção de projetos, com 10 novas bolsas ofertadas para alunos da UNILA. Conheça os outros projetos:

Resíduos da obra do Campus Arandu são transformados em produtos sustentáveis voltados à economia circular

Ação busca implementar plano de gerenciamento no canteiro de obras e propor a criação de pisos e blocos ecológicos a partir do reaproveitamento de materiais Em outubro de 2025, o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), escritório da ONU especializado em infraestrutura, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), selecionou cinco projetos de extensão para promover a execução de ações integradas no contexto da retomada das obras do Campus Arandu. Um desses projetos foi o “Gestão Sustentável de Resíduos da Construção Civil”, que busca integrar os princípios da sustentabilidade à prática acadêmica, alinhando ensino, pesquisa e extensão através da implementação do Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGRCC) no canteiro de obras.   O desenvolvimento do projeto ocorre em duas fases principais, rigorosamente baseadas na Política Nacional de Resíduos Sólidos e na Resolução CONAMA nº 307. A primeira fase envolve o acompanhamento técnico in loco, com mapeamento, classificação e quantificação dos resíduos conforme os grupos definidos pela legislação. A segunda fase compreende a pesquisa experimental voltada à criação de produtos sustentáveis, como protótipos de blocos, pisos e contrapisos produzidos a partir do reaproveitamento dos Resíduos de Construção Civil (RCCs). Além do viés técnico, a iniciativa busca estabelecer, futuramente, parcerias com associações e cooperativas locais, promovendo a economia circular e o aumento de renda na comunidade.   “Em vez de trabalhar só com exemplos teóricos ou casos já prontos, as alunas conseguem acompanhar, na prática, como o PGRCC funciona em uma obra real: ver onde e como os resíduos são gerados, como são separados, para onde vão e quais são os entraves do dia a dia”, detalha a professora da área de Meio Ambiente e Engenharias na UNILA e coordenadora do projeto, Daiane Calheiro Evaldt, destacando o canteiro como um laboratório vivo.   A imersão no canteiro de obras tem sido fundamental para o aprendizado técnico da equipe de estudantes. “No lado da construção, estou aprendendo a importância do planejamento, da organização e do cumprimento das normas técnicas e ambientais, entendo que cada etapa do processo influencia diretamente a qualidade e a segurança do resultado final”, conta a aluna do curso de Engenharia de Materiais e bolsista do projeto, Maria Alejandra Fabiana Lopez Quiñonez. Ela também destaca a importância da vivência. “O simples fato de participar e fazer parte de um projeto como este já é uma experiência muito especial, algo que não se tem em qualquer lugar”, afirma. Além do rigor técnico, a iniciativa foca no impacto social de longo prazo. “Nossa proposta é educar, conscientizar e abrir caminhos, levando esse conhecimento por meio de oficinas e permitindo que ele alcance não apenas os participantes diretos, mas também as próximas gerações”, diz a bolsista Yasmin Monteiro Schumacher. “Nosso trabalho carrega um sentido social profundo: o de cuidar do planeta, das pessoas e do futuro, deixando uma marca positiva que vai além da obra física”, conclui.  Sobre o programa de extensão Os projetos de extensão desenvolvidos no Campus Arandu são financiados pela Itaipu Binacional no âmbito do acordo de cooperação internacional entre a binacional e o UNOPS para a retomada das obras do novo campus. No segundo semestre de 2026 ainda será publicada uma nova chamada para seleção de projetos, com 10 novas bolsas ofertadas para alunos da UNILA. Conheça os outros projetos:

Modelação arquitetônica do Campus Arandu une inteligência artificial, acessibilidade e ancestralidade em experiência sensorial

Iniciativa busca democratizar o acesso à arquitetura do novo campus e resgatar narrativas ancestrais do território O projeto “Modelação Arquitetônica Tátil e Sensorial”, desenvolvido por alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNILA, foi selecionado para integrar o programa de extensão desenvolvido no contexto da retomada das obras do Campus Arandu, com a proposta de ir além da representação física tradicional das maquetes e promover uma leitura decolonial sentipensante — abordagem que une o rigor científico às experiências humanas locais — do espaço. A iniciativa incorpora elementos que dialogam com a ancestralidade Guarani, o conceito de Abya Yala e a Amefricanidade, integrando a arquitetura ao olhar e às experiências dos povos latino-americanos. O projeto integra um conjunto de cinco propostas de extensão selecionadas pelo Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), escritório da ONU especializado em infraestrutura, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). A proposta se divide em três frentes de atuação tecnológica e estética. A primeira é a “Maquete Virtual & IA”, que combina modelagem digital e inteligência artificial para criar ambientes imersivos baseados no realismo mágico e em atmosferas surrealistas. A segunda é a “Maquete Acessível Invisual”, um modelo tátil e multissensorial destinado a pessoas cegas ou com baixa visão, democratizando a leitura arquitetônica. Por fim, as “Instalações Multimídia” reunirão essas produções em espaços de exibição que misturam arte e tecnologia, convidando a comunidade a refletir sobre novas formas de imaginar e sentir o território.   “Ao registrar práticas, experiências e narrativas vinculadas ao Campus Arandu, contribuímos para fortalecer uma memória que não é apenas institucional, mas também comunitária, evitando que sua história seja apagada ou reduzida a documentos formais”, defende o bolsista Rafael Cavalheiro. Ele destaca ainda a importância do aprendizado com os padrões internacionais. “Tenho aprendido a trabalhar com padrões de qualidade em nível ONU, onde o compromisso vai além da entrega do produto final e considera principalmente o impacto social que ele terá”, destaca. Para a equipe, ver a retomada da construção despertou sentimentos profundos sobre a concretização de projetos de vida. “Ver a obra tomando forma diante de mim trouxe uma sensação profunda de materialização, não só do concreto, mas de sonhos que antes pareciam distantes demais para acreditar”, descreve o da UNILA e bolsista Eduardo Efrain Mendoza ao relembrar de quando estudou o projeto de Niemeyer na teoria. “Percebi que certos lugares têm esse poder de nos fazer reencontrar versões anteriores de nós mesmos e de iluminar, com delicadeza, tudo o que ainda estamos construindo”, reflete.  Sobre o programa de extensão Os projetos de extensão desenvolvidos no Campus Arandu são financiados pela Itaipu Binacional no âmbito do acordo de cooperação internacional entre a binacional e o UNOPS para a retomada das obras do novo campus. No segundo semestre de 2026 ainda será publicada uma nova chamada para seleção de projetos, com 10 novas bolsas ofertadas para alunos da UNILA. Conheça os outros projetos:

Campus Arandu leva experiências imersivas à Mostra de Cursos da UNILA

Atividade integrou a programação da 7ª SIEPE, que recebeu cerca de 1,5 mil estudantes da região Pelo segundo ano seguido, o Campus Arandu marcou presença na Mostra de Cursos da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), realizada nos dias 12 e 13 de novembro como parte da 7ª Semana Integrada de Ensino, Pesquisa e Extensão (SIEPE). O evento reuniu cerca de 1,5 mil estudantes de colégios públicos e privados de Foz do Iguaçu e de outras cidades da região, que puderam conhecer de perto as iniciativas acadêmicas e de extensão da Universidade. Em sua sétima edição, a Mostra de Cursos foi realizada pela primeira vez no Campus Integração, reunindo alunos, professores, coordenadores e diferentes equipes envolvidas na organização dos cursos e projetos. A mudança de local marcou um momento importante de aproximação entre a UNILA e os estudantes da região, oferecendo um ambiente mais amplo e interativo para a troca de experiências e o conhecimento das possibilidades acadêmicas. “A experiência de passar pelo espaço do Campus Arandu foi incrível, foi muito bom conhecer a equipe e como está sendo o processo de retomada das obras. Ficamos muito felizes”, destacou Letícia da Silva, aluna do 4º semestre do curso de Administração Pública e Políticas Públicas da UNILA. No espaço dedicado ao Campus Arandu, os visitantes tiveram acesso a uma experiência imersiva de visualização em 360º com óculos de realidade virtual da maquete 3D do novo campus, permitindo que os alunos se visualizassem dentro da futura estrutura projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer para impulsionar o ensino, a pesquisa e a integração regional. Além disso, os visitantes também participaram de gincanas interativas e conheceram os cinco projetos de extensão que estão em desenvolvimento no canteiro de obras do novo campus, que abordam temas como infraestrutura, gênero e diversidade, e comunicação. Uma das atividades desenvolvidas através da parceria entre UNOPS, UNILA e Itaipu Binacional para a viabilização dos projetos de extensão foi a exposição de uma maquete física e tátil do Campus Arandu, onde os visitantes puderam deixar mensagens respondendo ao convite “a UNILA que queremos”. A maquete reuniu desejos, expectativas e percepções não apenas de estudantes da UNILA, mas também de professores, servidores e estudantes do ensino médio que pretendem estudar na universidade, ampliando o diálogo com a comunidade.

Bolsistas de extensão da UNILA iniciam atividades no canteiro de obras do Campus Arandu

Atividades serão desenvolvidas em parceria com o UNOPS e contemplam áreas de infraestrutura, comunicação e diversidade Os dez bolsistas de extensão da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) nas obras do Campus Arandu, iniciaram nesta segunda-feira, dia 6, as atividades dos projetos que buscam fortalecer o vínculo entre a universidade e a sociedade com ações que dialogam diretamente com a execução da obra. A iniciativa é uma parceria entre a UNILA, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), e o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), escritório da ONU especializado em infraestrutura e gestor do acordo de cooperação das obras do novo campus. Ao todo foram selecionados cinco projetos, e todos passaram por um amplo processo seletivo, liderado pelo UNOPS e PROEX/UNILA. As propostas contemplam as áreas de infraestrutura e organização de canteiro de obras, comunicação e memória e gênero, diversidade e inclusão social. Além disso, todos os projetos priorizam a troca de saberes e o impacto social para a comunidade local. “Pensar infraestrutura vai muito além da edificação. É preciso pensar no impacto que ela traz para a sociedade e como as pessoas vão poder usufruir deste espaço. Trazer os estudantes para desenvolver projetos de extensão também caminha nesta mesma direção, aproximando cada vez mais as pessoas deste campus que é importante não só para a UNILA, mas para toda a comunidade”, destacou Ana Laura Lobato, especialista em gênero, diversidade e inclusão e responsável pela supervisão dos bolsistas no UNOPS. Cada projeto possui um docente como coordenador e dois discentes bolsistas de extensão. O projeto precisa ser desenvolvido ao longo de um ano e promover práticas inovadoras e inclusivas, a exemplo do projeto de modelagem arquitetônica e paisagística do Campus Arandu, que busca trazer uma perspectiva sensorial para fazer com que o campus seja conhecido por todas as pessoas. “O nosso projeto quer possibilitar que todas as pessoas, ainda que tenham deficiências, como deficiência visual, por exemplo, possam entender e sentir o novo Campus Arandu, sem se sentir excluídas”, explicou Eduardo Mendoza, aluno do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNILA. A estudante Kau Galvão, do curso de História, também compartilhou a expectativa de desenvolver seu projeto, que consiste na elaboração de um livro infantil para deixar um legado para a cidade. “Estou muito animada com a ideia de produzir um livro infantil sobre o Oscar Niemeyer e sobre a importância da integração latino-americana e da UNILA para a região. As crianças são o futuro, e estou muito feliz de poder trabalhar com elas, produzir um material educativo e ajudar a comunidade de Foz a se apropriar da UNILA e do espaço universitário”. A parceria entre a UNILA e o UNOPS para a execução de projetos de extensão no âmbito da retomada das obras do Campus Arandu, reforça a importância de integrar o conhecimento acadêmico, a prática profissional e o desenvolvimento local. Para a professora Daiane Evaldt, do curso de Engenharia de Materiais, a extensão possui um potencial transformador, e por isso é tão importante. “Desde o início ficou muito claro como este edital traz um alinhamento entre acessibilidade, diversidade e sustentabilidade. Neste sentido, a engenharia de materiais tem muito a contribuir, seja buscando alternativas para o reaproveitamento dos resíduos da obra, ou gerando novas fontes de renda para os trabalhadores. É uma forma concreta de unir conhecimento técnico e impacto social”, concluiu. Veja a lista com todos os projetos selecionados: Eixo 1: Infraestrutura e organização de canteiro de obras– Gestão Sustentável de Resíduos da Construção Civil: Aplicação do PGRCC e Desenvolvimento de Produtos Sustentáveis no Campus Arandu da UNILA Eixo 2: Comunicação e memória– Modelação Arquitetônica e Paisagística do Campus Unila Arandu– O Oscar e a UNILA: Livreto Infantil sobre o arquiteto e a obra do campus arandu Eixo 3: Gênero, diversidade e inclusão social– Rede de escuta e diálogo feminista– Desenvolvimento do potencial empreendedor local

UNILA divulga melhorias na solicitação de passe veicular para entrada no Parquetec

Após pesquisa com os usuários do estacionamento próximo à barreira de Itaipu (que será fechado em 26 de junho), o Parquetec implementou melhorias no processo de solicitação de passe definitivo para acesso aos estacionamentos internos. Em virtude da retomada das obras do Campus Arandu, o estacionamento localizado atrás da Central de Credenciamento (na Barreira Itaipu – ME) será fechado a partir de 26 de junho. Dessa forma, após uma pesquisa com os usuários desse estacionamento, identificaram-se os principais motivos pelos quais alguns não utilizam seus veículos próprios para acessar o Itaipu Parquetec: titularidade do veículo; veículos com placa estrangeira; duração do processo; e desconhecimento do fluxo para solicitação. Para sanar essas questões, em tratativas conjuntas com a UNILA, o Parquetec implementou melhorias no processo de solicitação de passe definitivo para acesso aos seus estacionamentos internos: Para solicitar o passe definitivo, os interessados devem seguir os seguintes trâmites: Em complemento, visando ampliar as alternativas, em parceria com a Itaipu Binacional, haverá a abertura de novas vagas no estacionamento da Central de Credenciamento, que serão ocupadas por ordem de chegada. Por último, orienta-se à comunidade da UNILA que, caso não possuam passe para acesso ao Itaipu Parquetec, utilizem o estacionamento da Unidade Jardim Universitário para guardar seus veículos. Em seguida, devem fazer o deslocamento até o Parquetec por meio do serviço institucional de transporte interunidades, que realiza saídas frequentes ligando à barreira e também diretamente aos pontos internos do Parquetec (barrageiros e bloco 9). O quadro de horário está disponível na página da PROAGI.

UNILA e UNOPS encerram seleção de projetos para ações de extensão no Campus Arandu

Projetos vão fortalecer ações de infraestrutura, comunicação e diversidade durante a execução da obra do novo campus Chegou ao fim o processo de seleção das propostas de Ações Integradas de Extensão no âmbito da construção do novo Campus Arandu. A iniciativa, construída pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), através da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), em parceria com o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), tem como objetivo fortalecer a relação entre a universidade e a sociedade por meio de ações que dialogam diretamente com a execução da obra. No total, foram recebidas 12 propostas, distribuídas entre três eixos temáticos principais: seis (6) na área de infraestrutura e organização de canteiro de obras; três (3) na linha de comunicação e memória; e três (3) no eixo de gênero, diversidade e inclusão social. Após um criterioso processo de avaliação, que levou em conta aspectos como pertinência temática, viabilidade técnica e operacional e relação com a obra do Campus Arandu, foram aprovadas cinco propostas, distribuídas entre os três eixos principais da seguinte forma: Eixo 1: Infraestrutura e organização de canteiro de obras– Gestão Sustentável de Resíduos da Construção Civil: Aplicação do PGRCC e Desenvolvimento de Produtos Sustentáveis no Campus Arandu da UNILA Eixo 2: Comunicação e memória– Modelação Arquitetônica e Paisagística do Campus Unila Arandu– O Oscar e a UNILA: Livreto Infantil sobre o arquiteto e a obra do campus arandu Eixo 3: Gênero, diversidade e inclusão social– Rede de escuta e diálogo feminista– Desenvolvimento do potencial empreendedor local Foram priorizadas iniciativas com potencial de impacto social e de articulação com a comunidade local que deverão ser desenvolvidas ao longo dos próximos seis meses com possibilidade de extensão para um ano. Para apoiar a execução dos projetos selecionados, serão disponibilizadas 10 bolsas para estudantes da UNILA, sendo duas bolsas vinculadas a cada um dos cinco projetos aprovados. Os/as proponentes das propostas aprovadas receberão orientações sobre os procedimentos necessários para a formalização dos projetos, incluindo os processos relacionados à seleção de bolsistas e ao registro no sistema SIGAA através da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX).

Expansão de infraestrutura é fundamental para aprimorar atividades acadêmicas

Moradia estudantil e outras edificações estão em fase de planejamento e obras devem ter início neste ano Para enfrentar as dificuldades relacionadas à falta de espaços adequados para as atividades acadêmicas, a UNILA tem investido fortemente em infraestrutura e aquisição de novos equipamentos. O Campus Arandu, cuja construção deve ser retomada neste semestre, é uma das várias iniciativas de expansão da infraestrutura da universidade. Outros projetos, como a moradia estudantil e espaço para laboratório também fazem parte deste plano de crescimento, aprimorando as condições para estudo, trabalho, pesquisa e intercâmbios acadêmicos e culturais. Com um investimento de R$ 752 milhões, o Campus Arandu é o projeto de maior envergadura da universidade. O valor significativo dessa obra está diretamente relacionado à grandeza das edificações – que somam 79.278 metros quadrados –, mas o campus também aporta um valor simbólico inestimável, por ser o último projeto de Oscar Niemeyer, arquiteto ícone do modernismo brasileiro, mundialmente conhecido. “Esse campus materializa o encontro da UNILA com a obra de Oscar Niemeyer, uma personalidade emblemática da arquitetura mundial que compartilhava o mesmo sonho da integração latino-americana”, destaca a reitora da UNILA, Diana Araujo Pereira. “Temos a expectativa de finalmente superar um fator que é um dos grandes gargalos da UNILA, desde a sua implantação: a falta de espaço físico próprio para o seu pleno funcionamento”, observa. Considerada uma obra-monumento, de importância artística e histórica, o campus também poderá ser uma fonte de recursos econômicos para a cidade de Foz do Iguaçu. “O Campus Arandu não apenas consolida o espaço necessário para nossos professores, estudantes e servidores técnicos, como também tem potencial para atrair a comunidade acadêmica e outros organismos e instituições internacionais, que certamente poderão impulsionar a economia e o turismo de Foz do Iguaçu e região.” A retomada das obras do Campus Arandu foi viabilizada por meio de um acordo de cooperação internacional entre a Itaipu e o UNOPS, organismo da ONU especializado em infraestrutura, assinado em dezembro de 2023. O Ministério da Educação (MEC) também participa do acompanhamento do projeto. A Itaipu Binacional é a principal fonte de recursos para a retomada e conclusão do Campus Arandu. A instituição, que tem investido em diversos projetos sociais, faz parte da história da UNILA desde antes da sua criação, quando em 2007 a Comissão de Implantação propôs a criação do Instituto Mercosul de Estudos Avançados (IMEA), em convênio com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Itaipu Binacional. Leia mais sobre a história da formação da UNILA. Os investimentos da Itaipu Binacional tiveram início em 2008, com a assinatura do Termo de Cooperação Técnica 032/GI-UFPR entre a Itaipu e a Universidade Federal do Paraná, na época tutora da UNILA. O documento define a Itaipu como responsável pela doação do terreno onde está sendo construído o Campus Arandu e pela contratação do projeto arquitetônico. A atual parceria entre a Itaipu e o MEC, possibilitou o acordo de cooperação pactuado em 2024 com o UNOPS, organismo das Nações Unidas (ONU) especializado em projetos de infraestrutura, que tem como finalidade retomar e concluir o novo campus da UNILA. As obras do Campus Arandu preveem a conclusão dos prédios do restaurante universitário, que foi adaptado para comportar também a biblioteca; da administração; das salas de aula; central de utilidades e galeria técnica; mais sistema viário e estacionamentos, que serão entregues de forma escalonada, entre 2026 e 2028. Ombo’éva – Quem ensina Além da construção do novo campus, há outros investimentos em infraestrutura que geram benefícios acadêmicos, mas também benefícios que extrapolam os muros da Universidade. Um exemplo é a construção do Ombo’éva: Green Smart Building – uma edificação no conceito Nearly Zero Energy Building (ou Nzeb “construções com energia quase nula”, em tradução livre). A parceria para a obra foi firmada em dezembro do ano passado entre a UNILA, a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar) e a Fundação Stemmer para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (FEESC), quando foi assinado um termo de cooperação técnica. Neste projeto, estão sendo investidos mais de R$ 1,94 milhão. Os recursos são provenientes da ENBPar (R$ 994.622,72) e da UNILA (R$ 947.222,74). O Ombo’éva, um prédio de, aproximadamente, 150 metros quadrados que vai abrigar um laboratório para impressões 3D, está projetado para ser uma edificação sustentável e de alta eficiência energética, com geração distribuída associada, de fonte renovável e que alcança um balanço anual energético próximo a zero. O projeto do Ombo’éva (que em guarani quer dizer “Quem ensina”) foi desenvolvido por uma equipe de 13 pessoas, que inclui docentes e estudantes da UNILA e parceiros da iniciativa privada. Segundo o Prefeito universitário, Ivan Dario Gomez Araujo, os projetos executivos estão sendo finalizados. “Como é uma obra especial, tem particularidades que demandam atenção”, diz ele. A licitação deve ocorrer em meados deste ano e Ivan Araujo espera que as obras sejam iniciadas no segundo semestre. O prédio será construído no Campus Integração. As edificações Nzeb atraem visitantes de todo mundo interessados em conhecer soluções ambientais, o que se torna também um ativo acadêmico e turístico para a UNILA e para a cidade. Após finalizada, a edificação deverá ser aberta à visitação por, pelo menos, dois anos consecutivos. Além das visitas, estão previstas palestras, cursos, treinamentos e seminários para demonstração e disseminação das técnicas e tecnologias presentes na edificação. Moradia Intercultural Estudantil A construção de uma moradia estudantil é outro exemplo da ampliação da infraestrutura da UNILA, que deve receber R$ 10 milhões – recursos do programa Novo PAC, do Governo Federal. O projeto foi encaminhado ao Conselho Universitário (CONSUN) para aprovação. “Toda ampliação de patrimônio deve passar pelo CONSUN”, explica Ivan Araújo. A moradia deverá atender cerca de 120 estudantes, com espaço total previsto de 2.900 metros quadrados, e será edificada no Campus Integração, onde já existem dois blocos de aulas e o alojamento estudantil. O edital de licitação deve ser publicado em meados deste ano. “Esse projeto teve início do zero. O projeto arquitetônico está pronto e vai ao CONSUN e estamos iniciando os projetos complementares [hidráulico,

Estudantes e professores de arquitetura e urbanismo da UNILA visitam instalações do Campus Arandu

A atividade faz parte da programação da semana de recepção ao calouro promovida pelo Centro Acadêmico do curso. Estudantes e professores do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) visitaram as obras do novo Campus Arandu, projeto de Oscar Niemeyer, nesta segunda-feira (31). Promovida pelo Centro Acadêmico de Arquitetura e Urbanismo (CACAU), a visita aconteceu no primeiro dia de volta às aulas e integra a programação da semana de recepção ao calouro. “Trouxemos os alunos com a esperança de promover um debate no curso, e quem sabe inspirar os próximos projetos deles, além de trazer uma visão ampla e geral do que é um projeto arquitetônico”, explicou Marlene Caballero, presidente do CACAU. Ela ainda destaca que o novo campus é muito significativo para o curso de arquitetura e urbanismo. “É muito significativo ter uma obra de um dos maiores nomes da arquitetura brasileira, e envolver os alunos traz muita emoção para a gente”.  A equipe técnica do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) e a equipe técnica da Prefeitura da UNILA, acompanharam a visita para mostrar as instalações, tirar dúvidas e explicar como funciona o processo de retomada da obra. Ao longo do último ano, por exemplo, foi realizado o diagnóstico construtivo das obras já iniciadas, bem como a revisão e atualização dos projetos para cumprir com novas normas técnicas e atender aos critérios de gênero, diversidade e inclusão previstos pelas diretrizes do UNOPS.  Para o professor Lúcio Freitas, do curso de arquitetura e urbanismo da UNILA, a visita permite uma imersão desde o primeiro dia de aula. “Eles já conseguem entender como é feito um projeto arquitetônico, como funciona uma obra, e que eventualmente pode acontecer dela ser paralisada. Também aprendem sobre como é o projeto de retomada, e isso é uma oportunidade única e de extrema importância para o amadurecimento da ideia de que a arquitetura não acontece apenas na sala de aula”, destacou.  Uma obra-monumento Projetado por Oscar Niemeyer em 2008, o Campus Arandu é considerado uma obra-monumento e representa um marco histórico para a cidade de Foz do Iguaçu, já que é um dos últimos projetos feitos pelo arquiteto ícone do modernismo brasileiro. Para além da sua importância enquanto monumento arquitetônico, a conclusão do campus trará um impacto significativo para a comunidade acadêmica. Com infraestrutura moderna e adequada, a universidade poderá expandir suas atividades de ensino e pesquisa, oferecendo melhores condições para alunos e professores e atraindo novos talentos acadêmicos. “Esta visita dá aos alunos a oportunidade de refletir sobre um projeto de Oscar Niemeyer, o arquiteto brasileiro com maior projeção internacional, e o que isso significa para uma universidade que tem a proposta de conexão com a América Latina e o Caribe”, explicou o professor de arquitetura e urbanismo da UNILA, Marcos Brito. O projeto original contempla seis prédios, sendo eles o edifício central, a biblioteca, o anfiteatro, dois grandes prédios para alunos e professores (um para salas de aula e outro para os laboratórios de pesquisa) e o restaurante universitário. Trata-se, como disse o próprio Niemeyer, de um “presente ao Brasil e à América Latina”. Atualmente, o UNOPS é responsável pela implementação da fase 1 das obras, que contempla a finalização do Edifício Central, do Restaurante Universitário e do Bloco de Salas de Aula. A previsão é de que o restaurante universitário seja inaugurado nos primeiros meses de 2026.  Juliana Fava, aluna do terceiro ano de arquitetura e urbanismo, destacou que é muito interessante visitar a obra e pensar que eles ainda poderão utilizar da estrutura antes do final do curso. “Imaginar a gente estudando aqui é muito legal, ainda mais sendo um projeto de Oscar Niemeyer. A gente vê o tamanho dos projetos dele, e ter isso em uma universidade federal é muito significativo”, concluiu. 

UNILA e UNOPS convidam docentes para reunião sobre ações de extensão ligadas ao Campus Arandu

Serão disponibilizadas 10 vagas para estudantes dos projetos selecionados A Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) e o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) convidam docentes para participarem da discussão sobre uma proposta coletiva de Ações Integradas de Extensão no âmbito da construção do novo Campus Arandu. Será realizada uma reunião de orientação preliminar para a elaboração dos projetos em dois dias alternativos para ampliar a chance de participação dos/as docentes: uma no dia 1º de abril e outra no dia 4 de abril, as duas serão às 16h30, na Sala C-123 do prédio do Campus Jardim Universitário. Interessados devem confirmar presença pelo e-mail proex@unila.edu.br. O objetivo é fortalecer a relação entre a universidade e a sociedade, atendendo a demandas identificadas pela UNILA e pelo UNOPS. Os projetos enviados poderão concorrer às vagas oferecidas pelo UNOPS, segundo critérios estabelecidos pela instituição. Serão disponibilizadas 10 vagas para estudantes da UNILA. As ações contemplam três eixos principais: Toda a comunidade acadêmica está convidada a participar e fazer parte da construção da proposta. Dúvidas podem ser esclarecidas também pelo e-mail proex@unila.edu.br.