Itaipu acompanha avanço das obras do campus da UNILA em Foz do Iguaçu

Diretor-geral brasileiro em exercício da empresa, Luiz Fernando Delazari, visitou o canteiro de obras nessa quarta-feira (14). Cronograma está adiantado para entrega parcial em junho O diretor jurídico da Itaipu e diretor-geral brasileiro em exercício, Luiz Fernando Delazari, visitou nesta quarta-feira (15) as obras do Campus Arandu da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu. O empreendimento, viabilizado por parceria da hidrelétrica por meio do acordo de cooperação com o Unops (Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos) e a universidade, registra execução de cronograma adiantada e já emprega 419 trabalhadores. Durante a visita, Delazari conheceu o programa de visitação da construção — considerado único no mundo por permitir que grupos da Unila acompanhem semanalmente o andamento dos trabalhos — e percorreu as instalações dos três edifícios em execução: o restaurante universitário e biblioteca, o bloco de salas de aula e o prédio administrativo de 18 andares. “É uma obra fantástica. Demonstra claramente a preocupação que o governo do presidente Lula tem com a educação no Brasil, com o nosso processo educacional. Enquanto o governo passado pensou em implodir a obra, o atual determinou sua retomada, demonstrando claramente as diferentes visões de mundo e da importância da educação na construção de um País mais justo e solidário”, afirmou Delazari. O diretor lembrou ainda que se trata de uma obra do renomado arquiteto Oscar Niemeyer, considerada sua última grande criação. Para a estagiária da Itaipu e estudante da Unila Yanki Karem Barreiros da Silva, visitar o canteiro de obras do Campus Arandu é uma experiência especial. Ao testemunhar o andamento da construção, ela definiu o sentimento que compartilha com a comunidade acadêmica. “É um sonho. Um sonho coletivo de alunos e professores, porque vai ampliar as oportunidades acadêmicas e garantir melhores espaços de aprendizagem e convivência”, resumiu.  Retomada em 2023, após anos de paralisação, a construção tem contrato de R$ 687 milhões. Segundo Ronaldo Schiavoni, coordenador técnico do Unops na obra, o empreendimento mantém o cronograma adiantado e deve entregar a primeira etapa em junho de 2026, conforme prometido pelo governo federal. Ele destacou a capacidade técnica da construtora e seu compromisso com os prazos. Glauber Pedro Gonçalves da Silva, da área jurídica da Itaipu, auxiliou na elaboração dos pareceres que viabilizaram a retomada da construção e acompanhou as tratativas entre a Binacional e Unops para formalização do convênio.  Para ele, a obra trará avanços sociais significativos. “A universidade produz pessoas preparadas para construir um país melhor, fortalece o espírito de solidariedade que une o continente e gera movimentação econômica local com emprego, renda e fomento às atividades culturais e turísticas”, afirmou. Glauber também enfatizou que a obra arquitetônica será visitada eternamente por ser uma das últimas grandes criações de um dos maiores arquitetos da história. Inclusão social e Sustentabilidade O Campus Arandu destaca-se não apenas pela grandiosidade arquitetônica, mas também pelas iniciativas de inclusão social implementadas no canteiro de obras. Atualmente, 12 pessoas do sistema prisional trabalham na construção por meio de parceria com o Departamento Penitenciário (Depen), em programa de redução de penas e ressocialização. A meta é ampliar esse número para 44 trabalhadores nos próximos meses. Além disso, a obra mantém no mínimo de 15% de mão de obra de grupos prioritários, incluindo mulheres, egressos do sistema penal, pessoas com deficiência, migrantes e jovens no primeiro emprego. Entre as ações de sustentabilidade implementadas no projeto estão o monitoramento e resgate de fauna (mais de 70 animais), a criação de um corredor ecológico para trânsito de animais silvestres, política de Plástico Zero no canteiro, aproveitamento de águas pluviais para reuso, utilização de vidros duplos para eficiência térmica e estudo para instalação de placas fotovoltaicas no estacionamento. O complexo somará 94 mil metros quadrados de área construída, sendo o bloco de salas de aula o maior dos três prédios, com 45 mil m². O sistema viário de 90 mil m² circulará todo o terreno, e um bolsão de estacionamento atenderá a comunidade acadêmica. A previsão de entrega final da obra é agosto de 2027. A estrutura de governança do projeto inclui reuniões mensais do comitê técnico — com participação de Itaipu, Unops e Unila — para definições sobre a execução, além do conselho executivo, que se reúne esporadicamente para decisões sobre execução financeira e questões contratuais. O Ministério da Educação também participa da governança do projeto.

Diretoria técnica da Itaipu visita obras do futuro Campus da UNILA

O diretor Renato Sacramento esteve nas obras do Campus Arandu na última quinta (18) acompanhado de superintendentes e assessores Na última quinta-feira (18), o diretor Renato Sacramento (técnico executivo) visitou o canteiro de obras do Campus Arandu, da UNILA, acompanhado de superintendentes e assessores da diretoria técnica da Itaipu – margem esquerda. Eles foram recebidos pela equipe do UNOPS – Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos. A obra do novo campus foi retomada este ano após um acordo de cooperação internacional entre a Itaipu e o UNOPS, organismo da ONU especializado em infraestrutura. O projeto, considerado estratégico para a região, envolveu amplos estudos técnicos e a articulação entre Itaipu, UNILA, UNOPS e Governo Federal. Como financiadora do projeto, a Binacional acompanha a aplicação dos recursos e os avanços da obra, que deve ser concluída em 2027.  “O que estamos vendo é uma obra que ficou paralisada por tantos anos ser retomada com toda a força, o que nos sinaliza que o cronograma previsto será cumprido e a obra será entregue à sociedade”, avaliou o diretor Renato Sacramento. “Destaco o papel da Itaipu que desde o início foi a grande motivadora a incentivar essa obra”, disse.   A equipe percorreu vários pontos do canteiro de obras, como o edifício administrativo, a futura biblioteca, restaurante universitário e o prédio onde serão instaladas as salas de aula. Renata de Biasi Tufaile, gerente executiva do Plano de Atualização Tecnológica da Itaipu, gostou da visita. “Foi interessante estar aqui porque pudemos conhecer um pouco mais sobre a gestão da obra e o projeto. Destaco principalmente a organização do canteiro, a preocupação com as questões de segurança e a execução coordenada das frentes de trabalho”, disse. Rogério Piccoli, Superintendente de Obras da Diretoria Técnica (SO.DT), voltou ao canteiro pela primeira vez após a retomada das obras. “Confesso que fiquei impressionado com o quanto já foi realizado em tão pouco tempo”, disse. “Chama a atenção a forma como a equipe do UNOPS conduz o gerenciamento do projeto, adotando algumas das melhores práticas internacionais, evidentes no planejamento detalhado, acompanhamento rigoroso de cronogramas, controle de qualidade e comunicação transparente entre os envolvidos. Certamente foi o início de um troca de experiências muito interessante, que levaremos adiante com novas visitas técnicas envolvendo nossas equipes de engenharia, gestão e fiscalização de obras”. Estiveram presentes também na visita: Rodrigo Pimenta, superintendente de Operação (OP.DT); Bruno Fontes, superintendente de Engenharia (EN.DT); João Ricardo da Motta, gerente do departamento de Obras da Central (SOC.DT); Gustavo Pavanato, gerente da divisão de Gestão de Contratos (SOPG.DT); Juliano Ricardo da Silva, gerente do departamento de Engenharia Eletrônica e Eletromecânica (ENE.DT); Claudio Osako, da divisão de engenharia civil e arquitetura (ENCC.DT); Dicesar Donato, assessor de Planejamento e Coordenação (PC.TE); Joni Madruga, assistente do diretor técnico executivo (AS.TE). Também acompanhou a visita do grupo Rogério Vicente, da divisão de Infraestrutura e Manutenção da Diretoria de Coordenação (ODMI.CD).

Diretores da Itaipu fazem visita para acompanhar avanço das obras do Campus Arandu

Progresso das obras está adiantado em relação ao cronograma previsto O diretor de Coordenação da Itaipu Binacional, Carlos Carboni, e o diretor financeiro executivo, André Pepitone da Nóbrega, fizeram uma visita ao canteiro de obras do Campus Arandu, da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), na tarde de quinta-feira (4). Eles acompanharam a evolução do empreendimento e a aplicação dos recursos investidos. A obra do novo campus foi retomada após um acordo de cooperação internacional entre a Itaipu e o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), organismo da ONU especializado em infraestrutura. A presença da alta gestão no canteiro reforça o compromisso da binacional não apenas com o financiamento, mas também com o monitoramento ativo de cada etapa da construção. O Campus Arandu, projetado por Oscar Niemeyer, integra a lista das cinco obras prioritárias do Ministério da Educação (MEC) pela sua relevância para o fortalecimento de uma educação pública de qualidade. “É uma obra que impressiona pela sua magnitude. Estamos fazendo uma visita e constatando o avanço das obras, com a empresa sendo bem diligente na construção desse complexo. Temos uma grande expectativa para que ele seja inaugurado”, destacou André Pepitone, diretor financeiro da Itaipu. A pedra fundamental da retomada das obras foi lançada em julho de 2025, com a presença do Ministro da Educação, Camilo Santana, em Foz do Iguaçu. A retomada do projeto envolveu estudos técnicos complexos e uma articulação entre Itaipu, UNILA, UNOPS e o Governo Federal para um acompanhamento rigoroso dos padrões de excelência exigidos em obras-patrimônio como o Campus Arandu. Para o diretor de Coordenação da Itaipu, Carlos Carboni, a eficiência da execução atual supera as estimativas iniciais, fruto da capacidade técnica mobilizada pela parceria com o UNOPS. “Para a felicidade de todos nós, as obras estão andando muito bem, com um cronograma três vezes além do esperado. É um pedido do presidente Lula que estamos executando e será um símbolo para a cidade de Foz do Iguaçu”, afirmou Carlos Carboni. A gestão do contrato e a supervisão diária no canteiro ficam a cargo do UNOPS, que implementa padrões internacionais de transparência e gestão. O gerente de projetos do UNOPS Rafael Esposel, acompanhou a comitiva da Itaipu e apresentou os principais avanços técnicos das estruturas e cronograma. “Temos um compromisso com os prazos de entrega da obra e atuamos junto ao consórcio construtor e fiscalizador para garantir que eles sejam cumpridos. Em alguns meses foram iniciadas diversas frentes de ataque no prédio do restaurante universitário e da biblioteca, no edifício central e no prédio de salas de aula. Temos confiança de que em 2027 as edificações serão entregues”.

Itaipu acompanha andamento das obras do novo Campus Arandu da UNILA

Financiadora do projeto, empresa acompanha avanços, aplicação dos recursos e cumprimento dos prazos na construção do novo campus da UNILA A Itaipu Binacional vem acompanhando o avanço das obras do Campus Arandu da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), projeto executado em parceria com o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), organismo das Nações Unidas especializado em infraestrutura. Além de garantir os recursos necessários para a conclusão da obra, Itaipu acompanha e monitora a aplicação dos investimentos e o cumprimento dos prazos estabelecidos. “A Itaipu está a serviço da obra da UNILA desde o início da gestão do Enio Verri, a pedido do Presidente Lula. Realizamos estudos técnicos de viabilidade da retomada da obra, além de propor o convênio entre Itaipu, UNILA, UNOPS e Ministério da Educação que estabeleceu as condições e responsabilidades para execução do empreendimento. Além de financiar a obra do Niemeyer, acompanhamos cada detalhe da evolução da obra, ajudamos na interlocução dos envolvidos e colaboramos com a solução de problemas usuais em uma obra dessa magnitude”, destacou Gisele Ricobom, assessora do diretor geral da Itaipu Binacional. O Campus Arandu, projetado por Oscar Niemeyer, integra a lista das cinco obras prioritárias do Ministério da Educação (MEC) do Governo Federal pela sua relevância para a expansão da infraestrutura universitária e para o fortalecimento da integração regional. Além disso, a construção é considerada uma das maiores obras em andamento do UNOPS no mundo, o que reforça a sua importância estratégica e a necessidade de uma gestão rigorosa, transparente e alinhada com altos padrões internacionais. “A condução de uma obra tão complexa exige a atuação conjunta de parceiros estratégicos como a UNILA e a Itaipu Binacional. Contar com instituições comprometidas com a boa gestão, a transparência e a entrega de resultados fortalece cada etapa do processo e garante que projetos dessa magnitude avancem com qualidade e responsabilidade”, destacou o gerente de projetos do UNOPS Rafael Esposel. O monitoramento das atividades no canteiro de obras acontece regularmente e abrange aspectos de evolução física dos edifícios, cumprimento dos marcos pactuados e garantia do padrão de excelência esperado para uma obra-patrimônio projetada por Oscar Niemeyer. Essas ações reforçam o compromisso da Itaipu com investimentos que promovem o desenvolvimento regional, integração e fortalecimento da educação pública de qualidade na fronteira. Atualmente, entre as frentes de atuação no canteiro de obras, o prédio do restaurante universitário e da biblioteca, primeiro a ser entregue, está avançando com a execução de alvenaria e infraestruturas internas e técnicas. Já no Edifício Central, o cronograma avança com a execução das lajes do 15º pavimento, sendo que serão 18 andares no total. O prédio de salas de aula segue com atividades de conclusão da concretagem e marcações de alvenaria. A previsão é que a obra seja concluída e inaugurada em 2027.

UNOPS realiza primeiro “Rali Regras de Ouro” no canteiro de obras do Campus Arandu

Iniciativa buscou reforçar normas e boas práticas de segurança do trabalho que são aplicadas no dia a dia do canteiro O canteiro de obras do Campus Arandu sediou, no dia 12 de novembro, uma atividade inédita desenvolvida pela equipe de Saúde, Segurança, Social e Ambiental (HSSE) do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) para a América Latina e o Caribe. O primeiro “Rali Regras de Ouro” reuniu trabalhadores e trabalhadoras de todas as áreas do projeto para uma dinâmica voltada ao reforço das normas de segurança do trabalho dentro da obra.  O “rali” desenvolvido pelo UNOPS reuniu cinco equipes, compostas por integrantes das empresas construtora, fiscalizadora e terceirizadas do canteiro de obras. Todos os grupos precisaram passar por cinco bases, com uma atividade relacionada a um tema específico de segurança como trabalho em cada, como trabalho em altura, fontes de energia, segurança viária, elevação de cargas e espaços confinados.  Ao chegar em cada base, os participantes identificavam riscos, apontavam soluções e demonstravam, na prática, a adoção de comportamentos seguros. A proposta foi transformar o processo de aprendizagem em algo dinâmico e colaborativo, aproximando ainda mais as equipes dos padrões internacionais de HSSE adotados pelo UNOPS. A iniciativa também marcou a passagem do chefe global de HSSE do UNOPS, Itai Mukuvari, do coordenador regional em HSSE do UNOPS para a América Latina e o Caribe, Ricardo Ahumada, e do chefe de Programa do UNOPS no Brasil, Nuno Paulo, que estiveram em Foz do Iguaçu para conhecer de perto o avanço dos trabalhos conduzidos pelo UNOPS em parceria com a UNILA e Itaipu Binacional. “O foco desta atividade é que cada colaborador não apenas memorize as regras de ouro de segurança do UNOPS, mas também trabalhe com elas na prática no dia a dia. A segurança precisa ser vista e praticada por todas as pessoas, todos os dias, e este rali é uma ferramenta poderosa para alcançarmos esse objetivo”, destacou Ricardo Ahumada.  Para Alejandro Colmenarez, engenheiro do consórcio fiscalizador Nerkpe, participar do rali foi importante para reforçar a mensagem de segurança entre os trabalhadores e trabalhadoras da obra, e também criar um senso de responsabilidade compartilhada. “Para passar de uma base até a outra, precisávamos estar de braços dados, sempre lembrando de não deixar ninguém para trás. Isso nos mostra que saber as regras e os cuidados necessários no trabalho não é importante apenas para a nossa segurança, mas também para proteger os nossos colegas.” Com o sucesso da edição piloto do rali no canteiro de obras do Campus Arandu, a iniciativa se estabeleceu como um modelo de referência e uma ferramenta inovadora de sensibilização e capacitação das equipes, reforçando que a segurança é uma prioridade. “A saúde e a segurança ocupacional são fundamentais para garantir a vida e o bem-estar de todos os colaboradores e colaboradoras. Por isso, é muito importante colocar cada uma dessas práticas diariamente para que todos permaneçam em segurança”, reforçou Itai Mukuvari. Em breve, o rali deve ser levado a outros projetos e países na região da América Latina e do Caribe.

Realidade virtual reforça a segurança nas obras do Campus Arandu

Tecnologia foi incorporada no treinamento das pessoas que trabalham na obra e faz parte das atividades para alcance da meta de Zero Acidentes do UNOPS A tecnologia tem se tornado uma aliada para garantir a segurança e o bem-estar das pessoas que trabalham nas obras do Campus Arandu da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Semanalmente, são realizados treinamentos com o uso de realidade virtual sobre temas como primeiros socorros, percepção de riscos e brigada de incêndio, como parte das atividades de saúde, segurança, meio ambiente e social (na sigla em inglês, HSSE) do UNOPS, escritório da ONU especializado em infraestrutura. Mais de 100 trabalhadores e trabalhadoras já passaram pelo treinamento nas obras do novo campus. Há pouco mais de um ano, o UNOPS iniciou a implementação do uso da realidade virtual para treinar equipes em situações críticas de forma segura e controlada, permitindo que os trabalhadores vivenciem cenários realistas de emergência sem se expor a riscos reais. Neste contexto, a América Latina e o Caribe têm sido pioneira na implementação da parceria com a Ludus Global, empresa especializada em formações imersivas em segurança, saúde e meio ambiente. Para o especialista regional do UNOPS em HSSE para a América Latina e o Caribe, Ricardo Ahumada, essa imersão contribui para melhorar a percepção dos perigos no ambiente de trabalho e reduzir o estresse diante de situações de emergência. “Em um canteiro de obras, fortalecer a preparação para a tomada de decisão no dia a dia é fundamental. Uma decisão acertada em apenas alguns segundos pode ser definitiva para salvar vidas, e a tecnologia tem sido uma excelente aliada para preparar trabalhadores e trabalhadoras frente a essas situações”, destacou. Além de simulações voltadas à prevenção e resposta a emergências, a tecnologia também é utilizada nos treinamentos para combate a incêndios, evacuação e percepção de riscos. As dinâmicas permitem que os participantes pratiquem ações de mitigação e protocolos de segurança, que depois são discutidos e aperfeiçoados durante as integrações e capacitações de HSSE. Todos os anos, aproximadamente 2.6 milhões de mortes relacionadas a acidentes no trabalho ocorrem em todo o mundo. Para evitar ocorrências, o UNOPS trabalha com a perspectiva de segurança de Zero Acidentes, uma campanha que busca garantir que as pessoas não adoeçam ou sofram lesões como resultado do desempenho de suas funções. “Trazer esta tecnologia para o canteiro do Campus Arandu é muito importante e está alinhado ao compromisso do UNOPS de alcançar a meta de Zero Acidentes durante todo o período de conclusão das obras. Com essa iniciativa, o projeto incorpora inovação e tecnologia como pilares da segurança no trabalho para uma obra mais segura, eficiente e sustentável”, concluiu o gerente do projeto no UNOPS Rafael Esposel.

Arquiteto da equipe de Niemeyer acompanha avanços da retomada das obras do Campus Arandu da UNILA

Jair Valera, que trabalhou na concepção do projeto original em 2008, esteve em Foz do Iguaçu e visitou o canteiro para acompanhar avanços do projeto O arquiteto Jair Valera, projetista que trabalhou na equipe do arquiteto Oscar Niemeyer, esteve em Foz do Iguaçu nesta sexta-feira, dia 25, e visitou o canteiro de obras do Campus Arandu da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) para acompanhar o andamento da retomada das obras. Desde o início do projeto, ele atua junto ao UNOPS, agência da ONU especializada em infraestrutura, para revisar normas técnicas e adaptar os projetos executivos do campus conforme demandas feitas pela comunidade acadêmica. “Eu fiquei impressionado com o avanço do canteiro de obras. Vim aqui há um tempo atrás, quando ainda não tinha nada, e agora a visão é outra. O prédio da sala de aulas está avançando muito rápido, com concretagem e protensão. Estou muito otimista que tudo vai ocorrer muito bem e dentro do previsto”, disse Jair. Durante a visita no canteiro, Valera foi recebido pela equipe técnica do UNOPS, que apresentaram o mock up da pele de vidro do restaurante universitário, o mesmo vidro que fará o revestimento dos demais prédios conforme o projeto original. O material foi pensado para garantir um bom aproveitamento de luz natural e diminuir a necessidade de iluminação artificial durante o dia, além de um isolamento termoacústico, que reduz calor e ruído externo. “Receber o Jair para acompanhar os avanços na obra, e apresentar o vidro para que ele possa avaliar, é muito importante. Essa é a materialização de uma ideia concebida por ele e por Niemeyer há mais de 10 anos, e queremos garantir que a execução seja adequada ao que eles sonharam em ver pronto um dia”, destacou o gerente de projetos do UNOPS Rafael Esposel. Em seguida, o arquiteto foi apresentado à equipe do consórcio MPD & Ankara UNILA, responsável pela execução da obra, que apresentou ao arquiteto a inclusão dos projetos em um programa de realidade virtual, o que permite identificar, de forma rápida e eficiente, possíveis ajustes de compatibilização de projetos. Uma obra monumento Por ser considerada uma obra monumento, as atualizações de projeto não podem alterar a ideia original elaborada por Oscar Niemeyer. É por isso que Valera, por ter trabalhado com o arquiteto em uma série de projetos desde a década de 70, incluindo o projeto original do campus da UNILA em 2008, atua para garantir que a infraestrutura seja acessível e adequada para a comunidade acadêmica, ao mesmo tempo em que preserva o selo de Niemeyer. Para Gisele Ricobom, assistente do diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, isso trará um impacto significativo não apenas para a educação, mas também para o turismo na cidade. “Este é um dos últimos projetos feitos pelo Niemeyer e possui um significado imenso para a educação da América Latina, além de potencial para ampliar o turismo em toda região da tríplice fronteira”.

Obras do Campus Arandu da UNILA avançam com início de concretagem do bloco de salas de aula

Obra no primeiro pavimento das salas de aula começou nesta sexta (12) A Itaipu acompanhou o início da concretagem das salas de aula do novo campus da Unila, em Foz do Iguaçu, nesta sexta-feira (12). A obra, custeada pela Binacional, é o último projeto do arquiteto Oscar Niemeyer e está sendo finalizada por meio de uma parceria com o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (Unops/ONU). Segundo Gisele Ricobom, assistente do diretor-geral brasileiro da Itaipu, e responsável pelo convênio, essa concretagem representa a realização de um compromisso do Governo do Brasil e da Itaipu com a educação. “Depois de mais de 10 anos de uma obra paralisada por motivos variados, de dois anos estudando possibilidades para essa retomada, hoje chegou o dia da concretagem de um edifício que é um símbolo: a sala de aula dos futuros estudantes da Unila. É um marco porque é o sonho virando realidade em forma de concreto”, declarou. De acordo com Adriano Rodrigues Garcia, gerente técnico da obra, a concretagem da laje do primeiro pavimento do bloco de salas de aula é uma etapa fundamental para a edificação dos dois pisos que virão acima, completando o projeto das salas de aula. A expectativa é de que o serviço leve até 40 dias para ser finalizado, com uma média de 45 caminhões de concreto sendo despejado a cada dia. Só na sexta-feira foram 32 caminhões. Essa etapa da obra deve receber 13 mil metros cúbicos de concreto e mais de 30 pessoas trabalham diretamente no processo. “É importante o momento da concretagem do prédio de aulas porque com esse avanço conseguimos consolidar as estruturas básicas de todo o campus. O que representa um significativo avanço na materialização das etapas de construção, um passo importante após um ano da retomada da obra”, ressaltou a reitora da Unila, Diana Araujo Pereira. Para o representante do Unops, Fernando Barbieri, a finalização da obra é o reflexo da união de entidades que trabalham pela integração regional. “Com essa retomada, a expectativa é não apenas entregar uma infraestrutura de ponta para a Unila, mas também contribuir para o desenvolvimento da região. O Unops fica muito satisfeito em apoiar essa realização, unindo capacidade técnica e gestão internacional a serviço de um projeto tão importante”, disse. Opinião partilhada pelo diretor-geral da Itaipu, Enio Verri. “ A diretoria da Itaipu está comprometida com a integração e acredita muito no projeto do presidente Lula para a educação superior brasileira. Esta obra terá um impacto muito significativo para a cidade, beneficiando milhares de pessoas”, afirmou.

Especialista da ONU/UNOPS avalia padrões de segurança na retomada das obras do Campus Arandu

Atividade realizada pelo UNOPS envolveu trabalhadores e empresas responsáveis pela execução e fiscalização da obra Entre os dias 18 e 22 de agosto, Ricardo Ahumada, especialista internacional para temas de saúde, segurança, social e meio ambiente (HSSE, na sigla em inglês), do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) para a América Latina e o Caribe, visitou as obras do Campus Arandu, da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), em Foz do Iguaçu (PR). Na visita, Ahumada conheceu a planta da obra, a equipe de segurança dos consórcios responsáveis pela retomada, e auditou se os setores técnicos estavam trabalhando de maneira correta e segura, a fim de analisar e verificar as conformidades de segurança e saúde. “A missão teve como objetivo fortalecer a segurança e a sustentabilidade nas obras, garantindo o bem-estar das pessoas envolvidas. Os resultados foram muito positivos, pois consolidamos processos de controle para atividades críticas e ampliamos o uso de boas práticas de segurança. Esses avanços reforçam o compromisso da UNOPS em promover infraestrutura segura e responsável”, destacou Ahumada. Durante a visita, além das auditorias na planta, Ahumada realizou, junto às equipes técnicas de fiscalização e construção, uma reunião de produção e segurança para avaliar os planejamentos das próximas etapas da obra. Como gestor do projeto, o UNOPS atua de forma integrada, combinando análise de riscos, acompanhamento técnico em campo, protocolos de monitoramento e auditorias. Este trabalho é realizado em parceria com a UNILA e com a Itaipu Binacional, visando garantir que as normas de segurança e saúde sigam os mais altos níveis de padrão internacionais e nacionais. Para Nicholas Brito Alonso, associado de saúde e segurança ocupacional no projeto do Campus Arandu, a visita de Ahumada foi oportuna e necessária para o andamento seguro da obra, uma vez que ele pode presenciar a execução de todos os protocolos que estão sendo seguidos para a segurança, sustentabilidade e bem-estar dos trabalhadores na obra. Ao fim da visita, o especialista internacional entregou um relatório destacando de forma positiva o trabalho de HSSE realizado no canteiro, indicando que as medidas adotadas fomentam uma cultura de segurança “Meta Zero”, de zero acidentes durante a obra, de gerenciamento de riscos, de aplicação de normas internacionais e brasileiras, de igualdade de oportunidades e prevenção de assédio.

81 animais são resgatados na área do novo campus da UNILA

Iniciativa buscou dar atenção à fauna que reside, adentra e transita pelo local, de modo a evitar ou mitigar impactos negativos da execução da obra aos animais Um esforço coletivo para dar atenção à fauna que estava ou passa pela área do Campus Arandu da Universidade Federal da Integração Latinoamericana (UNILA) permitiu o manejo de 81 animais de 25 espécies neste primeiro mês de retomada das obras. As principais classes encontradas foram de répteis, aracnídeos e mamíferos – que, juntas, representam 80% dos atendimentos. O trabalho, realizado em parceria entre o Consórcio MPD Ankara e o Refúgio Biológico Bela Vista da Itaipu Binacional, com apoio do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), mostra que é possível pensar em infraestrutura com respeito à biodiversidade local.  Toda a limpeza do terreno contou com supervisão e apoio de uma equipe especializada, que seguiu as normas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Água e Terra (IAT) do Paraná para afugentamento e resgate da fauna, com o uso de equipamentos e materiais de manejo adequados para tal finalidade. O trabalho também passou pelas etapas de planejamento e reconhecimento de campo, identificando possíveis ninhos e tocas, e de mapeamento de pontos estratégicos de soltura, com o apoio do Refúgio Biológico da Itaipu, para garantir a segurança dos animais antes da entrada dos maquinários da obra. Outras técnicas de produção de sons também foram empregadas para afugentar a fauna de médio e grande porte, prevenindo acidentes. Bruna Galindo, bióloga que liderou os trabalhos pelo consórcio MPD Ankara, explica que a ação estabelece um padrão elevado para a proteção da vida silvestre durante atividades da construção civil de grande porte, como o novo campus da UNILA. “Todo o trabalho de limpeza do terreno foi acompanhado pela equipe de proteção e resgate de fauna, o que nos permitiu responder de forma rápida às necessidades dos animais e reduzir possíveis danos à biodiversidade local”, pontuou. Ela também destacou a importância da boa comunicação entre todas as pessoas envolvidas na atividade. A  Head de Meio Ambiente, Qualidade e Inovação na MPD Engenharia,  Caroline Abreu Head de Meio Ambiente, também reforçou que obras desta magnitude, realizadas em um local de proteção ambiental, exigem planejamento e integração entre todos os envolvidos para assegurar que desenvolvimento e preservação caminhem lado a lado. “Essa iniciativa reflete o compromisso da MPD com a responsabilidade socioambiental e com a execução de projetos de forma sustentável”, completou. A maior parte dos animais encontrados, cerca de 65%, foram resgatados e soltos nas áreas mapeadas (as chamadas áreas de soltura), enquanto outros 20% foram afugentados, ou seja, conduzidos naturalmente a habitats seguros no entorno. Outros 10% foram apenas avistados e menos de 5% precisaram de resgate e acionamento de equipe veterinária do Refúgio Biológico Bela Vista, da Itaipu, devido a ferimentos identificados previamente e que não tiveram relação direta com as atividades da obra. O licenciamento e a compensação ambiental do terreno foram feitos na primeira fase da construção, em 2012, conforme estabelecido pela legislação. Entretanto, ao longo dos anos em que a obra do novo campus ficou parada, a vegetação voltou a crescer, aumentando também a probabilidade de incidência de animais. Com isso, foi exigido do consórcio vencedor da licitação a contratação e presença de profissionais habilitados para as inspeções e liberação das áreas antes e durante as atividades realizadas pelos maquinários. Atualmente, além da fauna, há o predomínio da espécie exótica conhecida como leucena. Para o gerente de projetos do UNOPS Rafael Esposel, a ação demonstra que, com planejamento e responsabilidade, o avanço da infraestrutura e o desenvolvimento econômico podem coexistir com a fauna local. “Esperamos que a experiência do Campus Arandu sirva como um modelo inspirador de sustentabilidade e cuidado com o meio ambiente”, diz. O veterinário Pedro Teles, do Refúgio Biológico Bela Vista, da Itaipu Binacional, acrescenta que será feito o monitoramento da fauna a longo prazo, para a verificação de eventuais novas rotas e fluxos de passagem de animais no entorno da universidade. “Infelizmente, a gente não consegue explicar para os animais que eles não podem mais utilizar essa ou aquela área, por isso, além de realizar o devido resgate e afugentamento, é preciso fazer um trabalho gradual para que a fauna passe a utilizar novas rotas de trânsito e novos lugares de ocupação”, explica. “Então, para isso, já realizamos pequenas intervenções que vão deslocar esses animais para um lugar mais seguro, ao invés de fazer logo uma grande intervenção e correr o risco de o animal entrar no canteiro de obra.” “As ações do Refúgio Biológico na obra da UNILA demonstram o cuidado e a preocupação da Itaipu com seu entorno natural. Além de financiar a obra, a empresa presta suporte para as ações ambientais no campus, que está instalado em um espaço cedido pela usina, uma área de proteção ambiental”, completou Gisele Ricobom, assistente do diretor-geral brasileiro de Itaipu e representante da empresa no Conselho Executivo do projeto de retomada da obra Niemeyer – Campus Arandu.

Ministra de Relações Institucionais da Presidência visita obras do novo Campus Arandu da UNILA

Visita aconteceu durante agenda da ministra Gleisi Hoffmann em Foz do Iguaçu A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (SRI-PR), Gleisi Hoffmann, visitou, na última sexta-feira (25), o canteiro de obras do novo Campus Arandu da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), em Foz do Iguaçu (PR), onde conversou com técnicos sobre o planejamento da retomada e finalização do projeto. O novo campus, projetado por Oscar Niemeyer — um dos maiores arquitetos da história do Brasil — representa um marco para a educação pública e para a integração regional, inclusão e internacionalização do ensino superior público e gratuito. O campus terá capacidade para receber até 10 mil estudantes de diferentes nacionalidades, incluindo migrantes, refugiados e indígenas, reafirmando o compromisso da UNILA com a diversidade e os direitos humanos. Viabilizada por meio de um acordo de cooperação entre o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), a Itaipu Binacional e o Ministério da Educação, a retomada das obras marca uma nova fase no projeto, que havia sido interrompido em 2014. Na retomada, serão finalizados o bloco de salas de aula, o prédio administrativo e o edifício que abrigará a biblioteca e o restaurante universitário. Durante a visita, a ministra destacou o compromisso do governo federal com o avanço da educação para a integração regional. “É muito bom ver a retomada das obras de uma instituição como a UNILA, que é uma referência não só para o Brasil, mas para toda a América Latina no âmbito da educação. E a retomada, determinada pelo presidente Lula junto com a Itaipu e com a Universidade, mostra que é um empreendimento que vai fazer a diferença para o desenvolvimento dos nossos povos na região”, afirmou Gleisi Hoffmann. As atividades em andamento no canteiro de obras incluem a limpeza do terreno, o reparo no cercamento, além de medidas de segurança como a instalação de elevador cremalheira e linhas de vida para a proteção dos trabalhadores. As obras foram retomadas neste ano, após o encerramento do processo licitatório conduzido pelo UNOPS, no qual foram contratados o consórcio MPD e Ankara UNILA (formado pelas empresas MPD Engenharia e Ankara Engenharia) para realizar a execução da obra, e o consórcio Nerkpe (composto por Nova Engevix, Prisma Consultoria e RK Engenharia) para a fiscalização. No início de junho, o ministro da Educação, Camilo Santana, também esteve em Foz do Iguaçu para participar da cerimônia de lançamento da pedra fundamental do novo campus. Com a presença de autoridades federais, representantes da ONU e da comunidade acadêmica, o evento celebrou não apenas a continuidade das obras, mas a reafirmação do projeto como símbolo de integração, justiça social e desenvolvimento regional.

Ministro da Educação faz visita à UNILA na terça-feira (10)

Camilo Santana vai conhecer as estruturas da unidade Jardim Universitário e fazer o lançamento da pedra fundamental do Campus Arandu, cujas obras estão sendo retomadas O ministro da Educação, Camilo Santana, fará uma visita às instalações da UNILA-Jardim Universitário e às obras do Campus Arandu na próxima terça-feira (10), a partir das 10h. Santana vem à Foz do Iguaçu para uma agenda com a Itaipu para apresentação dos investimentos do governo federal e da Binacional no ensino superior do Paraná. A visita ao JU tem previsão de 20 minutos para apresentação das estruturas administrativas e acadêmicas, laboratórios, ginásio e restaurante universitário. Ele vem conhecer o prédio, objeto de estudo para aquisição por parte do governo federal para repasse à UNILA. As instalações são utilizadas há uma década pela Universidade. O ministro estará acompanhado pela reitora Diana de Araujo Pereira e pró-reitores. Durante a cerimônia de apresentação dos investimentos, marcada para às 11h, nas dependências da Itaipu Binacional (próximo à Barreira), será assinada a Ordem de Serviço para o início das obras do Campus Arandu, sob responsabilidade do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) e investimento de R$ 752 milhões por parte da Itaipu. A licitação foi vencida pelo Consórcio MPD e Ankara Unila, formado pelas construtoras MDP Engenharia e Ankara Engenharia. Na visita às obras, será lançada a pedra fundamental da retomada da construção do Campus Arandu. Na sequência, o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Enio Verri, e a reitora da UNILA formalizam um convênio de cooperação para a transferência de R$ 65 milhões para a aquisição de imóvel para atividades administrativas e acadêmicas, principalmente, as relacionadas a laboratórios de média e alta complexidade, estruturas não contempladas no projeto de conclusão da fase 1 do Campus Arandu. Participam da cerimônia, representantes dos estudantes da UNILA e dos Programa de Extensão Universitária para Sustentabilidade Territorial; a reitora Diana Araujo Pereira, o arquiteto Jair Valera, representando a empresa Oscar Niemeyer Arquitetura Urbanismo; diretores da Itaipu, do IFPR, UTFPR e UNOPS. Transporte A UNILA irá disponibilizar um ônibus para a comunidade acadêmica, com saída às 9h, na rua lateral ao Terminal de Transporte Urbano, no centro de Foz do Iguaçu (Rua Tarobá, 875). O trajeto incluirá uma parada no Campus Integração, com destino ao JU. Em seguida, o ônibus seguirá para o evento na Itaipu. Os que estiverem em veículo próprio deverão utilizar o estacionamento da UNILA, localizado próximo à barreira de Itaipu. A partir do estacionamento, o deslocamento até o ponto de embarque, situado na Avenida Tancredo Neves, será realizado por trajeto interno sinalizado. A Itaipu Binacional disponibilizará transporte circular, com início às 10h, para conduzir os convidados até o local do evento. Confira, abaixo, o mapa ilustrativo: